O juiz Bruno Paes Straforini, da 1ª Vara Cível de Barueri, está sendo acusado de favorecer o leiloeiro Denys Pierre de Oliveira em um processo judicial. Isso vem à tona após o leilão da mansão do ex-jogador Cafu, que foi vendida por 20 milhões de reais, embora seu valor estimado fosse de 40 milhões. A denúncia foi feita pela Agência VM2 Interatividade Digital, que afirma que o juiz agiu de forma parcial em uma ação anterior, beneficiando o leiloeiro. A empresa pediu a anulação de uma sentença condenatória e alegou que houve cerceamento de defesa e desconsideração de provas importantes. A Agência VM2 quer que o Conselho Nacional de Justiça e o Tribunal de Justiça de São Paulo investiguem o caso. Em resposta, Straforini defendeu sua atuação, negou qualquer favorecimento e afirmou que as nomeações de leiloeiros e peritos seguem critérios técnicos. Ele classificou as acusações como caluniosas e disse que tomará medidas legais contra os denunciantes.
Responsável pelo leilão da mansão do ex-jogador Cafu, o juiz Bruno Paes Straforini, da 1ª Vara Cível de Barueri, enfrenta acusações de favorecimento ao leiloeiro Denys Pierre de Oliveira. O imóvel foi vendido por R$ 20 milhões, apesar de ter um valor estimado em R$ 40 milhões.
A denúncia foi feita pela Agência VM2 Interatividade Digital, que alega que Straforini atuou de forma parcial em uma ação anterior, beneficiando o mesmo leiloeiro. A empresa protocolou uma ação rescisória pedindo a anulação de uma sentença condenatória proferida pelo juiz. Os advogados da Agência VM2 afirmam que a documentação apresentada evidencia um padrão de conduta questionável do magistrado.
Acusações de Parcialidade
De acordo com a petição, a relação entre o juiz e o leiloeiro influenciou a condução do processo que resultou na condenação da Agência VM2. A empresa alega que houve cerceamento de defesa, indeferimento de provas essenciais e desconsideração de evidências técnicas favoráveis. Além disso, a nomeação de um perito é considerada questionável.
A Agência VM2 solicita que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Corregedoria do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) investiguem a conduta de Straforini. Embora o caso não esteja diretamente relacionado ao leilão da mansão de Cafu, uma eventual condenação do juiz pode impactar outros processos em que ele e o leiloeiro atuaram juntos.
Defesa do Juiz
Em resposta às acusações, Straforini defendeu sua atuação, afirmando que as nomeações de leiloeiros e peritos seguem critérios técnicos e são feitas por meio de um sistema de rodízio. Ele negou qualquer favorecimento e afirmou que nunca conversou com o leiloeiro ou com a juíza responsável pelo caso. O juiz também classificou as alegações como caluniosas e afirmou que tomará as medidas legais cabíveis contra os autores da petição.
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