Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, está sendo investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por sua atuação nos Estados Unidos, onde supostamente descredibiliza autoridades brasileiras, especialmente do STF. Seus irmãos, Flávio e Carlos, saíram em sua defesa nas redes sociais, acusando a investigação de ser uma perseguição política. Flávio criticou o procurador-geral, Paulo Gonet, e Carlos afirmou que a investigação pode criar um precedente perigoso para qualquer um que questione o governo. Até agora, Eduardo não se manifestou sobre o caso, que tem gerado discussões intensas entre os apoiadores do bolsonarismo.
Os irmãos de Eduardo Bolsonaro, Flávio e Carlos, manifestaram apoio ao deputado federal licenciado após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de uma investigação sobre sua conduta nos Estados Unidos. A PGR alega que Eduardo estaria descredibilizando autoridades brasileiras, especialmente membros do STF, em articulações políticas no exterior.
A solicitação da PGR ocorre em um contexto de crescente tensão entre o bolsonarismo e o Judiciário. Recentemente, o Secretário de Estado de Donald Trump, Marco Rubio, afirmou que “há uma grande possibilidade” de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Essa declaração foi vista como resultado de encontros promovidos por Eduardo com figuras da direita americana, reforçando seu papel como um elo entre o bolsonarismo e o conservadorismo internacional.
Defesa dos Irmãos
Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ, criticou o procurador-geral da República, Paulo Gonet, em uma postagem no X (antigo Twitter). Ele acusou Gonet de usar seu cargo para perseguir um parlamentar que busca apoio internacional. “Eu já vi pessoas carregarem um caixão até a cova, mas nunca tinha visto ninguém se enterrar junto”, escreveu Flávio.
Carlos Bolsonaro, vereador pelo PL-RJ, também se manifestou, afirmando que a investigação é uma tentativa de criminalizar a atuação política de Eduardo. Ele destacou que essa perseguição pode se tornar um precedente perigoso, onde qualquer cidadão que questione o status quo poderá ser alvo de ações semelhantes.
Até o momento, Eduardo Bolsonaro não se pronunciou oficialmente sobre o pedido de investigação. A situação continua a gerar debates acalorados nas redes sociais e entre os apoiadores do bolsonarismo.
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