Juan Gabriel Rivas Nunez, um venezuelano acusado de tráfico de ouro, está foragido após trocar sua tornozeleira eletrônica por um homem que se passou por ele em Boa Vista, Roraima. A fuga foi descoberta em 10 de outubro, cerca de um mês após o STF ter determinado sua extradição. As autoridades perceberam a troca durante a manutenção do dispositivo e acionaram a divisão de captura, mas o homem que se fez passar por Nunez conseguiu fugir antes da chegada da polícia. A Secretaria de Justiça de Roraima está em busca de Nunez e do homem que o substituiu, cuja identidade ainda não foi revelada. Nunez é suspeito de ter extraído ilegalmente cerca de cem quilos de ouro, avaliados em aproximadamente 6 milhões de dólares, e sua prisão preventiva foi decretada em dezembro de 2022. Ele foi detido em novembro de 2023 e colocado em prisão domiciliar. A Secretaria de Justiça investiga a falha no monitoramento e a empresa responsável pelos equipamentos. Nunez enfrenta acusações de usurpação do patrimônio da União, com pena máxima de cinco anos de detenção no Brasil. A defesa dele havia pedido a revogação da extradição, alegando que ele não estava mais na lista vermelha da Interpol e tinha residência fixa no país.
Um venezuelano, Juan Gabriel Rivas Nunez, acusado de tráfico de ouro, está foragido após trocar sua tornozeleira eletrônica por um homem que se passava por ele em Boa Vista, Roraima. A fuga foi descoberta no dia 10 de outubro, cerca de um mês após a determinação de sua extradição pelo STF.
As autoridades identificaram a troca durante uma manutenção do dispositivo de monitoramento. A equipe de fiscalização acionou a divisão de captura, mas o homem que se fez passar por Nunez conseguiu cortar a tornozeleira e fugir antes da chegada da polícia. A Secretaria de Justiça e Cidadania de Roraima informou que está em busca de Nunez e do homem que o substituiu, cuja identidade ainda não foi divulgada.
Nunez é considerado foragido desde maio e, em abril de 2023, teve sua extradição para a Venezuela aprovada pelo STF. Ele é suspeito de ter extraído ilegalmente cerca de cem quilos de ouro, avaliados em aproximadamente US$ 6 milhões (R$ 34,15 milhões), transportando a mercadoria pela fronteira brasileira em 2018. Sua prisão preventiva foi decretada em dezembro de 2022, e ele foi detido em novembro de 2023, passando a cumprir prisão domiciliar em seguida.
A Secretaria de Justiça investiga a falha no monitoramento e a empresa responsável pelos equipamentos de monitoração. Nunez é acusado de usurpação do patrimônio da União, com pena máxima de cinco anos de detenção no Brasil. A defesa do suspeito havia solicitado a revogação da extradição, argumentando que ele não constava mais na lista vermelha da Interpol e que tinha residência fixa no país.
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