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Sindicatos e estudantes exigem arquivamento de projetos sobre federalização da UEMG

Sindicatos e movimentos estudantis se mobilizam contra a federalização da UEMG, temendo privatização. O governo nega intenções e promete debate na Assembleia.

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Sindicatos e grupos de estudantes estão se mobilizando contra dois projetos de lei do governo de Romeu Zema que buscam federalizar a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). Eles criaram uma petição pedindo o arquivamento das propostas, alegando que isso pode levar à privatização da universidade. O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) disse que não há garantias de que a federalização trará benefícios. Os projetos fazem parte de um pacote de 13 leis relacionadas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados. Um dos projetos permite a transferência de bens do estado para a União, enquanto o outro trata da gestão da UEMG. O governo de Minas Gerais negou a intenção de privatizar a universidade e afirmou que o debate sobre o assunto está em andamento na Assembleia Legislativa. Além da UEMG, o governo também planeja federalizar empresas como Cemig e Copasa para ajudar a quitar a dívida do estado. A Associação dos Docentes da UEMG criticou os projetos, chamando-os de autoritários e arriscados, e destacou que não foi convidada para discutir as propostas, pedindo mais transparência e diálogo com a comunidade acadêmica.

Sindicatos e movimentos estudantis estão mobilizados contra dois projetos de lei da gestão de Romeu Zema (Novo) que visam federalizar a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). A petição, que pede o arquivamento das propostas, argumenta que elas podem resultar na privatização da instituição. O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) afirma que não há garantias de que a federalização trará benefícios.

Os projetos, parte de um pacote de 13 leis, estão relacionados à adesão do estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O PL 3.733 autoriza a transferência de bens do estado para a União, enquanto o PL 3.738 trata da gestão da UEMG. O governo de Minas Gerais, por sua vez, nega a intenção de privatização e afirma que o debate está em andamento na Assembleia Legislativa.

Wilma Lucena, segunda tesoureira da regional leste do Andes, criticou a proposta, afirmando que ela representa uma tentativa de desmonte do serviço público em Minas Gerais. O governo, em nota, informou que o processo de adesão ao Propag está em fase inicial e que o debate sobre a transferência da UEMG deve ocorrer na Assembleia, respeitando os princípios da gestão pública.

Além da UEMG, o governo planeja federalizar empresas como Cemig, Copasa e Codemig para quitar parte da dívida do estado. A Associação dos Docentes da UEMG também se manifestou contra os projetos, considerando-os autoritários e arriscados, sem garantias para os trabalhadores e estudantes. A reitoria da universidade destacou que não foi convidada para discutir as propostas, enfatizando a necessidade de transparência e diálogo com a comunidade acadêmica.

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