Renato Araújo, um empreiteiro de Angra dos Reis, está sendo considerado para ser vice de Rodrigo Bacellar na corrida pelo governo do Rio de Janeiro. Araújo entrou na política em 2022 com o apoio de Jair Bolsonaro e, embora tenha perdido a eleição para a prefeitura de Angra, ele continua ativo na política e trabalha em sua candidatura a deputado federal. Bolsonaro indicou Araújo como uma opção para a chapa majoritária, acreditando que ele é um aliado confiável. A situação política no Rio está agitada, especialmente após a saída do atual governador Cláudio Castro, que vai concorrer ao Senado. Araújo já enfrentou polêmicas, como a reforma da casa de Bolsonaro e questões sobre seu diploma de engenheiro, mas nega qualquer irregularidade. A decisão sobre a vice ainda não foi tomada, mas Araújo é visto como uma forte aposta de Bolsonaro.
De Angra dos Reis, o empreiteiro Renato Araújo se tornou um nome cotado para ser vice de Rodrigo Bacellar (União Brasil) na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Araújo, que entrou na política em 2022 com o apoio de Jair Bolsonaro, foi inicialmente pré-candidato a deputado federal. A indicação para a chapa majoritária foi feita diretamente pelo ex-presidente, que busca manter um aliado de confiança na disputa.
Aruájo, que perdeu a eleição para a prefeitura de Angra para Cláudio Ferreti (MDB), afirma estar à disposição do partido e do ex-presidente, mas continua trabalhando em sua candidatura a deputado federal. Fontes próximas a Bolsonaro revelam que o ex-presidente deixou claro em uma conversa com Bacellar que deseja Araújo como vice.
A avaliação de Bolsonaro é de que não há outro nome forte na centro-direita do Rio, além de Bacellar, para enfrentar o atual prefeito Eduardo Paes (PSD). O PL busca acalmar os ânimos internos após a negociação entre Cláudio Castro e Bacellar, que deve assumir o governo até abril do próximo ano. A saída de Castro do comando do governo para concorrer ao Senado gerou insatisfação entre alguns parlamentares do PL.
Polêmicas e Relações
Araújo, que se aproximou do clã Bolsonaro, coordenou a reforma da casa de Bolsonaro, que custou cerca de R$ 900 mil. Durante sua campanha, ele enfrentou acusações, incluindo a de que seu diploma de engenheiro foi obtido em uma instituição descredenciada. Araújo sempre negou irregularidades. Sua empresa também se envolveu em polêmicas ao iniciar a construção de um condomínio à beira-mar, que foi embargado pela prefeitura devido a riscos de deslizamento.
A decisão sobre a vaga de vice ainda não foi definida, mas Araújo se destaca como uma aposta do ex-presidente. A relação próxima entre ele e Bolsonaro é evidente, com o ex-presidente frequentemente visitando Angra dos Reis e mantendo contato constante com o empreiteiro.
Entre na conversa da comunidade