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Disputa por vaga no Senado intensifica divisão no PT do Rio de Janeiro

Disputa interna no PT do Rio de Janeiro se intensifica com apoio dividido para presidência e Senado, enquanto alianças com Eduardo Paes geram tensão.

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O PT do Rio de Janeiro está passando por uma disputa interna pela liderança do diretório estadual e pela candidatura ao Senado, já que não tem um representante no Senado desde 2010. Washington Quaquá, que é vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá, apoia Diego Zeidan para a presidência do diretório e Alessandro Molon para o Senado. Por outro lado, Lindbergh Farias defende Benedita da Silva para o Senado e Reimont para a presidência do partido. Benedita enfatiza que a busca por uma cadeira no Senado é uma questão de visão política, não pessoal. A tensão aumenta com a aproximação das eleições, especialmente em relação ao prefeito Eduardo Paes, que pode concorrer ao governo do estado em 2026. O grupo de Quaquá quer apoiar Paes imediatamente, enquanto a ala de Lindbergh e Benedita pede cautela e quer compromissos claros do prefeito. A eleição do diretório estadual está marcada para julho, e o PT pode lançar uma candidatura própria se a aliança com Paes não acontecer. A disputa também se estende à capital, onde Quaquá apoia Alberes Lima e Lindbergh apoia o vereador Leonel de Esquerda.

A disputa interna no PT do Rio de Janeiro se intensifica com a aproximação das eleições de 2026 e a renovação do diretório estadual. A legenda não conta com um representante no Senado desde 2010, quando Lindbergh Farias foi eleito. O embate se concentra na escolha do novo presidente do diretório e na candidatura ao Senado.

O grupo liderado por Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá, apoia Diego Zeidan para a presidência do diretório e Alessandro Molon (PSB) para o Senado. Quaquá busca manter sua influência política ao articular alianças. Em contrapartida, a ala de Lindbergh Farias defende a candidatura de Benedita da Silva ao Senado e Reimont para a presidência do partido.

Benedita destacou a importância de retomar a cadeira no Senado, afirmando que a proposta não é uma disputa pessoal, mas sim uma questão de visão política. Nos bastidores, aliados expressam preocupação com as articulações de Quaquá, temendo uma repetição da divisão que prejudicou a esquerda nas eleições de 2022, quando Romário (PL) foi reeleito.

Postura em Relação a Eduardo Paes

Outro ponto de tensão é a postura em relação ao prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), que pode concorrer ao governo do estado em 2026. O grupo de Quaquá defende apoio imediato ao prefeito, enquanto a ala de Lindbergh e Benedita prega cautela. Eles reconhecem a possibilidade de aliança, mas insistem que deve ser baseada em compromissos claros de Paes com o partido.

Benedita afirmou que a discussão sobre apoio a Paes está em andamento, mas que ainda há muitos fatores a serem considerados. Caso a aliança não se concretize, o PT está preparado para lançar uma candidatura própria. A eleição do diretório estadual está marcada para julho, aumentando a pressão sobre os dois grupos. Além disso, a disputa se estende à capital, onde Quaquá apoia Alberes Lima e Lindbergh, o vereador Leonel de Esquerda.

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