O ministro da Defesa da Índia anunciou a aprovação de um projeto para criar um caça stealth de 5ª geração, em resposta ao aumento das tensões com o Paquistão, que já possui caças avançados. A Agência de Desenvolvimento Aeronáutico vai buscar parcerias com empresas de defesa para desenvolver um protótipo, já que a Força Aérea indiana opera com menos esquadrões do que o permitido. Recentemente, Índia e Paquistão se enfrentaram em um conflito que durou quatro dias, onde ambos usaram drones, mísseis e aeronaves, marcando uma nova fase na corrida armamentista da região. O governo indiano também quer envolver empresas privadas na fabricação de aeronaves militares para aumentar a capacidade da Força Aérea e reduzir a pressão sobre a Hindustan Aeronautics, que enfrenta atrasos na entrega de novos modelos.
O ministro da Defesa da Índia aprovou um projeto para desenvolver um caça stealth de 5ª geração, conforme anunciado pelo ministério da Defesa nesta terça-feira. A decisão ocorre em um contexto de crescente tensão com o Paquistão, após recentes confrontos militares entre os dois países.
A Agência de Desenvolvimento Aeronáutico, responsável pelo programa, planeja convidar empresas de defesa para manifestar interesse na criação de um protótipo do novo caça. Este projeto é considerado vital para a Força Aérea indiana, que atualmente opera com apenas 31 esquadrões, abaixo dos 42 autorizados, em um cenário onde a China expande rapidamente sua força aérea.
O Paquistão, por sua vez, já conta com o avançado caça J-10, fabricado pela China, em seu arsenal. Recentemente, as forças armadas da Índia e do Paquistão se enfrentaram em um conflito que durou quatro dias, envolvendo o uso de drones, mísseis e aeronaves. Este foi o primeiro confronto em que ambos os lados utilizaram drones em larga escala, sinalizando uma nova corrida armamentista na região.
A Índia buscará parcerias com empresas locais para o programa do caça stealth. As propostas poderão ser apresentadas tanto por empresas privadas quanto estatais. Em março, uma comissão de defesa indiana recomendou a inclusão do setor privado na fabricação de aeronaves militares, visando aumentar a capacidade da Força Aérea e aliviar a pressão sobre a Hindustan Aeronautics Ltd, que atualmente fabrica a maioria dos aviões militares do país.
O Marechal do Ar Amar Preet Singh já havia criticado a Hindustan Aeronautics por atrasos na entrega do caça leve Tejas, um modelo de 4,5 geração, atribuindo os problemas à demora na entrega de motores pela General Electric, devido a questões na cadeia de suprimentos.
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