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MP investiga PMs por simulação de roubo e morte de jovem negro em SP

Sete policiais militares são denunciados pelo homicídio de David Nascimento dos Santos, com acusações de simulação de roubo e fraude processual.

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O Ministério Público de São Paulo denunciou sete policiais militares pelo assassinato de David Nascimento dos Santos, um ambulante de 23 anos, que foi morto em 2020 na Favela do Areião. A denúncia, feita pelo promotor Marco Antonio de Souza, aguarda análise da Promotoria e do Tribunal de Justiça. Os policiais, incluindo os sargentos Carlos Antonio Rodrigues do Carmo e Carlos Alberto dos Santos Lins, são acusados de simular um roubo e de fraude processual após a morte de David, que não foi reconhecido pela suposta vítima do assalto. David foi abordado em 24 de abril de 2020 e desapareceu, sendo encontrado morto no dia seguinte. Imagens de câmeras mostraram que ele foi levado por um carro da polícia. Os policiais alegaram que houve troca de tiros, mas a vítima não identificou David. Além das acusações de homicídio, os sargentos também enfrentam acusações de sequestro e cárcere privado. A defesa dos policiais afirma que a ação foi legítima, alegando que David estava cometendo um crime. Em 2021, a Justiça Militar condenou os PMs a dois anos de prisão por fraude processual, mas a sentença foi anulada e o caso foi transferido para a justiça comum. Embora os policiais tenham perdido seus cargos, não estão cumprindo pena, pois a execução da sentença foi suspensa.

O Ministério Público de São Paulo denunciou sete policiais militares pelo homicídio qualificado de David Nascimento dos Santos, um ambulante de 23 anos, assassinado em 2020 na Favela do Areião, na zona oeste da capital. A denúncia, que aguarda avaliação da Promotoria e do Tribunal de Justiça, foi apresentada pelo promotor Marco Antonio de Souza.

Os policiais, entre eles os sargentos Carlos Antonio Rodrigues do Carmo e Carlos Alberto dos Santos Lins, são acusados de simular um roubo e de fraude processual após a morte de David. Segundo o MP, a vítima não foi reconhecida pela pessoa que supostamente teria sido assaltada. Os PMs também enfrentam acusações de sequestro e cárcere privado.

David foi abordado em 24 de abril de 2020 enquanto aguardava um lanche. Ele desapareceu e foi encontrado morto no dia seguinte. Imagens de câmeras de segurança mostraram que ele foi levado por um carro da polícia. Os policiais alegaram que David estava envolvido em um roubo e que houve troca de tiros, mas a vítima do crime não o identificou.

Acusações e Defesa

Os sargentos Carlos Antonio do Carmo, Vagner Borges e Lucas Espindola foram ainda acusados de fraude processual. A defesa dos policiais, representada por Mauro da Costa Ribas Junior, argumenta que a ação foi legítima, afirmando que David estava em uma prática criminosa e foi baleado em um confronto.

Em 2021, a Justiça Militar condenou os PMs a dois anos de prisão por fraude processual, mas a sentença foi anulada, e o tribunal determinou que os crimes fossem avaliados na justiça comum. Os policiais perderam seus cargos, mas não estão cumprindo pena, pois a execução da sentença foi suspensa, condicionada a medidas como não cometer novos crimes e não deixar a comarca.

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