Uma faculdade em Pequim, chamada Instituto Gengdan, foi criticada por pedir que alunas comprovassem que estavam menstruadas para obter licença. Um vídeo mostrando uma estudante questionando essa norma viralizou nas redes sociais. No vídeo, a funcionária da escola confirmou que era necessário mostrar a menstruação para conseguir a licença. A universidade defendeu a prática como um protocolo, mas muitos consideraram isso uma invasão de privacidade. A estudante que postou o vídeo teve sua conta suspensa no Douyin, o TikTok chinês, por suposto conteúdo pornográfico. A instituição afirmou que os vídeos que circularam foram distorcidos e que a funcionária agiu corretamente, mas não apresentou provas do regulamento. O incidente gerou reações de raiva e sarcasmo nas redes sociais, com usuários questionando a lógica da norma. A imprensa estatal também comentou que essa regra pode prejudicar o bem-estar psicológico das alunas. O Instituto Gengdan se juntou a outras universidades que enfrentam críticas por tentativas de controle excessivo sobre os estudantes. Uma usuária de uma rede social afirmou que esse tipo de situação já ocorria há algum tempo e que é bom que o assunto tenha ganhado atenção.
Uma faculdade privada de Pequim, o Instituto Gengdan, enfrenta forte crítica após exigir que alunas comprovassem que estavam menstruadas para obter licença. O incidente, ocorrido em maio, viralizou nas redes sociais com um vídeo que mostra uma estudante questionando a norma. A funcionária da clínica respondeu que essa era uma regra da escola.
A universidade defendeu a prática como parte de um protocolo, mas a resposta gerou indignação entre os usuários das redes sociais, que consideraram a medida uma invasão de privacidade. A estudante que gravou o vídeo teve sua conta no Douyin suspensa por trinta dias, sob a alegação de “conteúdo pornográfico”.
O Instituto Gengdan afirmou que os vídeos que circularam online foram “distorcidos” e que a funcionária seguiu o procedimento adequado, obtendo o consentimento da estudante. No entanto, a jovem pediu um comprovante por escrito da norma, que não foi fornecido. A imprensa estatal também criticou a norma, destacando que a menstruação é um tema íntimo e que tais regras podem prejudicar o bem-estar psicológico das alunas.
A situação gerou uma onda de sarcasmo nas redes sociais, com usuários questionando a lógica da norma. Alguns sugeriram que a escola poderia manter um registro das licenças, em vez de exigir comprovação física. O Instituto Gengdan se junta a outras instituições de ensino superior na China que enfrentam críticas por tentativas de controle excessivo sobre os alunos.
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