O deputado Luciano Zucco, do PL-RS, criticou o governo Lula durante um evento em Brasília, dizendo que a administração faz “besteira”. Ele se referiu ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que gerou pressão do setor empresarial e do Congresso, forçando o governo a negociar uma alternativa. O bolsonarismo vê essa situação como uma chance de mostrar as fraquezas do governo, enquanto tenta avançar com pautas como a anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro e investigações sobre o INSS. A bancada bolsonarista se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para discutir essas questões, incluindo a criação de uma CPI para investigar irregularidades no INSS. Eles também expressaram preocupação com a regulação das plataformas digitais e a liberdade de expressão. Além disso, a subcomissão de fiscalização dos direitos dos presos do dia 8 de Janeiro foi ativada, com planos de visitar presídios e ouvir famílias. A bancada se sente limitada em relação à situação do deputado Eduardo Bolsonaro, que está sendo investigado pelo Supremo Tribunal Federal.
BRASÍLIA — O deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) manifestou sua insatisfação com o governo Lula durante um evento da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em Brasília, no dia 27. Ele criticou o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que poderia resultar em nova derrota para o Palácio do Planalto. O governo, sob pressão do setor empresarial e do Congresso, foi forçado a negociar alternativas para evitar a elevação do imposto.
A oposição, especialmente a bancada bolsonarista, vê no aumento do IOF uma oportunidade para destacar as fragilidades do governo. Desde rumores sobre a taxação do Pix, o bolsonarismo tem buscado avançar suas pautas, como a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro e investigações sobre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Na terça-feira, a bancada bolsonarista se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir a agenda legislativa. Motta se comprometeu a trabalhar em um texto sobre a anistia que possa obter apoio no plenário. A proposta está parada desde que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assumiu a responsabilidade de elaborar um novo projeto.
Os bolsonaristas também pressionaram por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades nas contas do INSS. A bancada sugeriu que o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO) fosse indicado para a presidência ou relatoria da CPI, que já tramita no Senado. Além disso, a bancada expressou preocupação com a ação da Advocacia-Geral da União (AGU) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a disseminação de notícias falsas.
A subcomissão de fiscalização dos direitos dos presos do dia 8 de Janeiro, presidida por Coronel Meira (PL-PE), foi ativada. Meira afirmou que o objetivo é manter o tema em evidência, com visitas a presídios e audiências com figuras importantes. Por fim, a bancada bolsonarista se sente limitada em relação ao deputado Eduardo Bolsonaro, que está sob investigação no STF, e pode apenas manifestar solidariedade.
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