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Defesa de Anderson Torres renuncia a depoimento de Paulo Guedes no STF

A defesa de Anderson Torres não convocará mais os ex-ministros Paulo Guedes e Célio Faria como testemunhas. Depoimentos de outros políticos seguem agendados.

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A defesa de Anderson Torres, ex-ministro, decidiu não chamar os ex-ministros Paulo Guedes e Célio Faria como testemunhas em um julgamento sobre uma suposta trama golpista. A audiência estava marcada para quinta-feira, mas não foi explicado o motivo da desistência. Além disso, a defesa também dispensou Adler Anaximandro, ex-advogado-geral da União substituto. Outros ex-ministros, como Bruno Bianco, Wagner Rosário e Adolfo Sachsida, ainda devem depor nos próximos dias, assim como figuras políticas como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Ciro Nogueira. Na segunda-feira, será a vez do senador Rogério Marinho e do ex-ministro Marcos Pontes. O caso investiga a possível participação de Torres em uma tentativa de golpe após as eleições de 2022. Depoimentos anteriores mostraram que Bolsonaro questionou a lisura das eleições, mas negou qualquer plano golpista. Os próximos depoimentos podem trazer mais informações sobre a transição de poder.

A defesa do ex-ministro Anderson Torres desistiu de convocar os ex-ministros Paulo Guedes e Célio Faria como testemunhas na ação penal que investiga uma suposta trama golpista. A audiência estava agendada para esta quinta-feira, mas o motivo da desistência não foi esclarecido. Além disso, a defesa também dispensou Adler Anaximandro, ex-advogado-geral da União substituto.

Os depoimentos de outros ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro permanecem agendados. Bruno Bianco, Wagner Rosário e Adolfo Sachsida ainda devem prestar esclarecimentos nos próximos dias. As falas de figuras políticas, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Ciro Nogueira, estão programadas para sexta-feira.

Na segunda-feira, será a vez do senador Rogério Marinho e do ex-ministro Marcos Pontes. A audiência é parte do processo que investiga a suposta participação de Torres em uma tentativa de golpe após as eleições de 2022. A defesa já havia indicado testemunhas anteriormente, mas a mudança de estratégia pode impactar o andamento do caso.

Os depoimentos anteriores de ex-ministros revelaram que Bolsonaro questionou a lisura do pleito eleitoral, mas negaram a discussão de qualquer plano golpista. A expectativa é que os próximos depoimentos tragam mais informações sobre os eventos que cercaram a transição de poder.

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