Giorgi Bachiashvili, ex-assessor de Bidzina Ivanishvili, afirmou que foi sequestrado no exterior e forçado a voltar à Geórgia, onde foi preso. Ele descreveu o ocorrido como “banditismo” e disse que é prisioneiro de Ivanishvili. Durante uma audiência em Tbilisi, Bachiashvili contou que ficou sem ver por dois dias e não teve acesso a advogados ou familiares. As autoridades georgianas alegam que ele foi detido perto de uma fronteira. Bachiashvili fugiu em março, enfrentando uma condenação de 11 anos por desvio de fundos, que ele nega. Ele é acusado de roubar US$ 42,7 milhões de um investimento em Bitcoin. Um amigo disse que ele estava em um hotel em Abu Dhabi quando foi capturado. Bachiashvili foi levado de volta em um avião da Airzena, que negou irregularidades. Após sua detenção, o Serviço de Segurança do Estado da Geórgia informou que ele foi preso após uma denúncia anônima. Um advogado internacional expressou preocupação com a possibilidade de detenção arbitrária e maus-tratos. O chefe do serviço de segurança disse que Bachiashvili cumprirá sua pena e não sofreu danos físicos. O primeiro-ministro afirmou que ele deveria se sentir seguro na Geórgia. Essa situação acontece após a renúncia do ex-ministro do Interior, Vahtang Gomelauri, que enfrenta sanções internacionais. Bachiashvili, que trabalhou com Ivanishvili por mais de dez anos, prometeu revelar detalhes sobre o que chamou de crime internacional ordenado por seu ex-chefe.
Giorgi Bachiashvili, ex-confidante do bilionário georgiano Bidzina Ivanishvili, alegou ter sido sequestrado no exterior e forçado a retornar à Geórgia, onde foi detido. O incidente ocorreu no último sábado, e Bachiashvili denunciou a ação como “banditismo”, afirmando ser prisioneiro pessoal de Ivanishvili.
Durante uma audiência em Tbilisi, Bachiashvili, que já foi chefe do Co-Investment Fund, relatou que foi cegado por dois dias e levado de volta ao país sem acesso a advogados ou familiares. As autoridades, por sua vez, afirmam que ele foi detido próximo a uma fronteira. O primeiro-ministro Irakli Kobakhidze declarou que Bachiashvili deveria se sentir aliviado por estar em segurança na Geórgia.
Bachiashvili fugiu em março, enfrentando uma condenação de 11 anos por desvio de fundos, que ele nega. Ele é acusado de apropriação indevida de US$ 42,7 milhões de um investimento em Bitcoin, um caso que considera politicamente motivado. Um amigo próximo revelou que Bachiashvili estava em um hotel em Abu Dhabi quando foi capturado por três veículos.
Detalhes do Sequestro
O empresário afirmou que foi forçado a retornar em um avião Bombardier operado pela Airzena, antiga denominação da Georgian Airways. A companhia negou qualquer irregularidade em sua operação. Após a detenção, o Serviço de Segurança do Estado da Geórgia anunciou que ele foi preso após uma denúncia anônima.
Robert Amsterdam, advogado internacional, alertou sobre o risco de detenção arbitrária e maus-tratos. O chefe do serviço de segurança do país, Anri Okhanashvili, afirmou que Bachiashvili cumprirá sua pena e que não sofreu danos físicos. O primeiro-ministro também comentou que, se Bachiashvili acredita que sua vida estava em perigo, deveria estar contente por estar de volta em um lugar seguro.
A situação ocorre em meio à saída do ex-ministro do Interior, Vahtang Gomelauri, que renunciou sem explicações. Gomelauri, que já atuou como segurança pessoal de Ivanishvili, enfrenta sanções internacionais por sua suposta participação na repressão de protestos. Bachiashvili, que trabalhou por mais de uma década com Ivanishvili, prometeu revelar detalhes sobre o que chamou de crime internacional ordenado por seu ex-chefe.
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