A FIFA anunciou mudanças importantes em seu Código Disciplinar para combater o racismo no futebol. Durante o 74º Congresso da entidade, realizado em Bangkok, foi informado que as multas por racismo podem chegar a 5 milhões de francos suíços, cerca de 34 milhões de reais. As associações-membro têm até 31 de dezembro de 2025 para ajustar suas regras. Além disso, a FIFA quer que jogadores, árbitros e dirigentes possam relatar incidentes racistas rapidamente. Um novo protocolo foi criado, que inclui parar o jogo, suspender a partida e, se necessário, cancelá-la. Também haverá penalidades para reincidências, como planos de ação e expulsão de competições, mostrando um esforço da FIFA para melhorar suas políticas contra o racismo.
A FIFA anunciou mudanças significativas em seu Código Disciplinar, com foco no combate ao racismo no futebol. A decisão foi comunicada às 211 Associações-Membro nesta quinta-feira, 29 de novembro, durante o 74º Congresso da entidade, realizado em Bangkok, Tailândia. As novas diretrizes incluem multas que podem alcançar 5 milhões de francos suíços (aproximadamente R$ 34 milhões) para casos de racismo.
Além do aumento das multas, a FIFA estabeleceu que as associações devem adaptar seus regulamentos até 31 de dezembro de 2025. A nova legislação também visa capacitar jogadores, árbitros e dirigentes a relatar incidentes racistas de forma imediata. A FIFA agora pode recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) em casos de decisões inadequadas relacionadas a abusos racistas.
Protocolo de Ação
O protocolo contra racismo foi estruturado em três etapas:
1. Parar o jogo: O árbitro deve interromper a partida ao identificar ou ser informado sobre um ato racista.
2. Suspender a partida: Se o comportamento persistir, o árbitro suspende temporariamente o jogo e orienta as equipes a retornarem aos vestiários.
3. Cancelar a partida: Caso o problema continue, a partida pode ser encerrada após consulta às autoridades competentes.
As novas regras também incluem penalidades para reincidências, como planos de ação e expulsão de competições. A FIFA busca, assim, reforçar seu compromisso no combate ao racismo, em resposta a críticas sobre a eficácia de suas políticas anteriores.
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