O grupo chamado Comando C4 está sendo investigado após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, que tinha acesso a informações judiciais. O ministro do STF, Cristiano Zanin, afirmou que o grupo tem treinamento militar e é muito perigoso. Ele determinou a prisão de cinco suspeitos, incluindo militares da reserva, e destacou que as atividades do grupo ainda podem estar ocorrendo. Durante a operação, a Polícia Federal e a Polícia Civil do Mato Grosso encontraram registros de homicídios nos celulares dos suspeitos. Um deles confessou ter matado Zampieri a pedido de um coronel. Zanin também mencionou que foram achadas fotos de vítimas e áudios sobre “missões futuras”, o que mostra que os crimes são recentes. A situação é grave e representa uma ameaça à segurança pública e ao sistema judicial.
O grupo autointitulado Comando C4, supostamente envolvido em extermínio e corrupção, está sob investigação após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, que lidava com informações judiciais. O ministro do STF, Cristiano Zanin, destacou que o grupo possui “treinamento militar especializado” e uma letalidade potencial imensurável.
Na decisão que resultou na prisão preventiva de cinco suspeitos, incluindo militares da reserva, Zanin afirmou que as atividades do Comando C4 podem perdurar até os dias atuais. O ministro enfatizou a gravidade da situação, mencionando que a organização é composta por indivíduos com experiência nas Forças Armadas.
Durante a operação, a Polícia Federal e a Polícia Civil do Mato Grosso descobriram registros de homicídios nos celulares dos alvos. Um dos suspeitos, um atirador, confessou ter assassinado Zampieri a mando de um coronel. O advogado tinha acesso a informações privilegiadas e mantinha conversas sobre negociações de sentenças judiciais.
Provas e Indícios
Zanin observou que foram encontrados dezenas de fotografias de vítimas de homicídios no celular de um dos alvos. Em áudios, o suspeito mencionou “futuras missões” e um “valor a parte” por seu trabalho. Esses diálogos indicam a contemporaneidade dos crimes atribuídos ao grupo, que agora está sob a mira da Polícia Federal.
A decisão do ministro ressalta a necessidade de uma resposta imediata da Suprema Corte, dada a extrema gravidade dos indícios de organização criminosa e homicídios. O Comando C4, portanto, representa uma ameaça significativa à segurança pública e à integridade do sistema judicial.
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