O Ministério Público do Trabalho (MPT) está processando a Volkswagen por exploração de trabalho escravo e tráfico de pessoas na Fazenda Vale do Rio Cristalino, no Pará, entre 1974 e 1986. Após tentativas de acordos que não deram certo, uma nova fase da ação começa nesta sexta-feira, com uma audiência na Vara do Trabalho de Redenção. O MPT pede 165 milhões de reais em indenização por danos morais. A audiência contará com a presença de procuradores do Trabalho, representantes da Volkswagen e testemunhas. O deputado Tarcísio Motta, do PSOL-RJ, também estará em Redenção para acompanhar a audiência e se reunir com movimentos sociais rurais.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) inicia nesta sexta-feira, uma nova fase da ação judicial contra a Volkswagen, acusada de exploração de trabalho escravo e tráfico de pessoas na Fazenda Vale do Rio Cristalino, no Pará. A audiência de instrução ocorrerá na Vara do Trabalho de Redenção, a partir das 8h30.
A ação refere-se a práticas ocorridas entre 1974 e 1986, quando a propriedade era administrada pela Companhia Vale do Rio Cristalino Agro-Pecuária Comércio e Indústria, uma subsidiária da montadora. O MPT solicita R$ 165 milhões em indenização por danos morais, alegando que a empresa deve reparar as condutas ilícitas.
Após tentativas frustradas de acordos extrajudiciais, a audiência contará com a presença de procuradores do Trabalho, representantes da Volkswagen e testemunhas. O deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ) acompanhará o evento a convite da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara. Ele participará também de uma reunião com movimentos sociais rurais em Redenção.
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