O governo Trump está planejando novas regras para restringir empresas de tecnologia da China, especialmente subsidiárias controladas por grupos chineses que não estão sob sanções americanas. Isso pode aumentar as tensões entre os Estados Unidos e a China, já que Trump acusou o país de não cumprir acordos feitos em negociações recentes. As sanções já existentes, que afetam empresas como Huawei e Yangtze Memory Technologies, fazem parte de um esforço maior dos EUA para limitar o avanço tecnológico da China. A nova regulamentação pode incluir sanções à Changxin Memory Technologies e à Semiconductor Manufacturing International, que atualmente não estão sujeitas a controles dos EUA. A ideia foi apresentada por Landon Heid, indicado para um cargo no Departamento de Comércio, e já havia recomendações para essa mudança durante o governo Biden, pois o sistema atual foi considerado ineficaz.
O governo Trump planeja ampliar as restrições ao setor de tecnologia da China com novas regulamentações sobre subsidiárias controladas por grupos chineses. A medida visa evitar que empresas contornem as sanções existentes, aumentando as tensões entre as duas maiores economias do mundo.
As novas regras podem incluir sanções à Changxin Memory Technologies e à Semiconductor Manufacturing International, que atualmente não estão sujeitas a controles dos Estados Unidos. O presidente Trump acusou a China de violar o espírito das negociações em Genebra, o que intensificou as críticas às práticas comerciais chinesas.
Desde 2019, empresas como Huawei e Yangtze Memory Technologies enfrentam sanções americanas, parte de uma estratégia para conter a ascensão tecnológica da China. Os controles de exportação dos EUA limitam o acesso da China a semicondutores avançados, enquanto a repressão da China às exportações de minerais essenciais gera descontentamento em Washington.
A nova regulamentação deve ser divulgada em junho e busca impedir que empresas chinesas estabeleçam subsidiárias fora da China ou nos Estados Unidos para driblar as restrições. Landon Heid, indicado para um cargo no Departamento de Comércio, apresentou a proposta em sua sabatina no Congresso em abril.
Além disso, o Comitê de Relações Exteriores da Câmara já havia recomendado uma mudança na abordagem em um relatório de 2023, considerando o sistema atual “ineficaz” e necessitando de reforma. A expectativa é que as novas medidas impactem significativamente o setor de tecnologia e as relações comerciais entre os dois países.
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