A Justiça do Rio de Janeiro decidiu soltar Vitor Vieira Belarmino, que é acusado de atropelar e matar o fisioterapeuta Fábio Toshiro Kikuta na orla do Recreio dos Bandeirantes em julho de 2024. A juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis considerou que Belarmino é réu primário e tem bons antecedentes. Ele estava foragido por dez meses antes de se entregar à polícia. Agora, ele deve seguir algumas regras, como comparecer ao tribunal todo mês, não dirigir, não se aproximar da viúva da vítima e não sair da cidade sem autorização. A investigação da polícia revelou que Belarmino estava dirigindo em alta velocidade no momento do acidente e que ele não prestou socorro à vítima, fugindo do local.
A Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva de Vitor Vieira Belarmino, acusado de atropelar e matar o fisioterapeuta Fábio Toshiro Kikuta, de 42 anos, na orla do Recreio dos Bandeirantes, em julho de 2024. A decisão foi proferida pela juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis, que considerou Belarmino réu primário e com bons antecedentes.
A juíza discordou de uma decisão anterior que havia decretado a prisão do influenciador, que apresentava noventa e sete anotações na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Segundo a magistrada, apenas onze anotações eram reconhecidas como sendo do acusado, e nenhuma delas se referia à condução em alta velocidade.
Com a revogação da prisão, foram impostas medidas cautelares. Belarmino deve comparecer mensalmente ao juízo, está proibido de dirigir e de se ausentar da cidade sem autorização. Além disso, sua CNH foi recolhida e ele não pode se aproximar da viúva de Kikuta, Bruna Villarinho, nem ter contato com testemunhas.
No dia do atropelamento, Fábio Kikuta havia se casado horas antes e atravessava a Avenida Lúcio Costa com a esposa quando foi atingido pela BMW de Belarmino. O influenciador se entregou à polícia em dezenove de abril de 2025, após dez meses foragido. Durante seu depoimento, ele alegou que estava a sessenta quilômetros por hora e que tentou desviar ao ver o casal atravessando a pista.
A investigação da Polícia Civil concluiu que Belarmino dirigia em velocidades entre cento e nove e cento e sessenta quilômetros por hora antes do atropelamento. Se estivesse respeitando o limite de setenta quilômetros por hora, teria conseguido frear a tempo. O influenciador negou ter consumido bebidas alcoólicas e afirmou que fugiu do local por medo de ser agredido.
Entre na conversa da comunidade