Kawara Welch Ramos de Medeiros foi condenada a 10 anos e 7 meses de prisão por stalking, roubo e desobediência judicial após perseguir um médico em Ituiutaba, enviando milhares de mensagens e fazendo ligações. Recentemente, a Justiça decidiu que ela deve continuar em prisão domiciliar, mesmo após ter sido presa em maio de 2024 e liberada em maio de 2025. Sua avó, Dalva, também foi condenada e ambas devem pagar R$ 33.500 à família da vítima por danos morais e materiais. Kawara, que se apresentava como artista plástica, começou a perseguir o médico em 2019, enviando 1.300 mensagens e fazendo 500 ligações em um único dia. Ela foi presa várias vezes, incluindo uma em 2023, após agredir a esposa do médico e roubar seus pertences. A Justiça reconheceu o sofrimento da família da vítima, que registrou diversos boletins de ocorrência contra Kawara.
Kawara Welch Ramos de Medeiros foi condenada a 10 anos, 7 meses e 2 dias de prisão por crimes de stalking, roubo e desobediência judicial. A artista plástica, de 24 anos, perseguiu um médico em Ituiutaba, Minas Gerais, entre 2020 e 2023, enviando 1.300 mensagens e fazendo 500 ligações em um único dia. A Justiça decidiu manter sua prisão domiciliar, após ela ter sido presa em maio de 2024 e liberada em maio de 2025.
Kawara foi acusada de ameaçar o médico, sua esposa e o filho do casal. A maior pena foi imposta pelo crime de roubo, que resultou em 6 anos e 8 meses de reclusão. Sua avó, Dalva Ramos, também foi condenada ao mesmo tempo de reclusão pelo roubo dos pertences da esposa do médico. Ambas devem indenizar a família da vítima em R$ 33.500 por danos morais e materiais.
A decisão judicial apontou que a perseguição se intensificou após Kawara ser retirada da lista de pacientes do médico, a quem alegava estar apaixonada. Ela utilizou recursos tecnológicos para monitorar as vítimas e chegou a fazer montagens da esposa do médico com outros homens. A esposa do profissional desenvolveu síndrome do pânico e insônia devido ao caso.
Apesar da condenação, o juiz André Luiz Oliveira manteve a prisão domiciliar de Kawara, alegando que não houve novos fatos que justificassem a mudança de regime. A avó de Kawara, que respondeu ao processo em liberdade, negou as acusações de roubo, mas admitiu ter pegado o celular da esposa do médico, acreditando que era seu.
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