O stalking, que é o ato de perseguir alguém de forma obsessiva, é um crime no Brasil desde 2021, com penas que vão de seis meses a dois anos. Recentemente, uma juíza em Minas Gerais foi alvo de um homem que a ameaçava com mensagens e fotos de sua casa. Em São Paulo, mais de 7 mil casos de stalking foram registrados em 2023, com a maioria das vítimas sendo mulheres. Casos de figuras públicas, como a atriz Paolla Oliveira e a apresentadora Ana Hickmann, também chamaram a atenção para esse problema. Especialistas afirmam que a resposta do sistema de Justiça é lenta e muitas vezes ineficaz. O advogado Davi Gebara destaca que, apesar da lei existir, as punições ainda são consideradas brandas e a aplicação da lei precisa ser mais rápida. Ele recomenda que as vítimas denunciem comportamentos suspeitos logo no início, como mensagens insistentes. O aumento dos casos de stalking mostra a necessidade de mais atenção e proteção para as vítimas, que muitas vezes enfrentam riscos reais e crescentes.
Casos de stalking têm crescido no Brasil, acendendo um alerta sobre a segurança de vítimas, especialmente mulheres. Recentemente, uma juíza de Minas Gerais foi perseguida por um homem que enviava mensagens ameaçadoras e fotos de sua casa. O autor foi preso no Paraná após quatro meses de vigilância.
Em 2023, mais de 7 mil registros de stalking foram feitos em São Paulo, com a maioria das vítimas sendo mulheres. Casos envolvendo figuras públicas, como a atriz Paolla Oliveira e a apresentadora Ana Hickmann, têm recebido atenção da mídia. Oliveira relatou ter sido seguida por um fã obsessivo, enquanto Hickmann denunciou um perseguidor nas redes sociais.
A Lei nº 14.132, que tipifica o crime de stalking desde 2021, prevê penas de seis meses a dois anos de reclusão. Apesar disso, especialistas apontam que a aplicação da lei é lenta e ineficaz. O advogado criminalista Davi Gebara destaca que a pena é considerada branda diante dos danos causados pela perseguição.
A maioria dos casos envolve ex-companheiros ou conhecidos do convívio digital. Gebara sugere que a resposta judicial deve ser mais rápida e que as punições precisam ser severas. Ele recomenda que vítimas denunciem comportamentos suspeitos, como contato insistente e tentativas de aproximação forçada.
O aumento dos casos de stalking e a repercussão de episódios envolvendo celebridades devem servir como um alerta. Embora a legislação exista, ainda faltam estrutura e consciência social sobre o impacto da perseguição psicológica e digital. O crime de stalking representa um risco real e crescente para a segurança das vítimas.
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