Erin Patterson, uma mulher australiana, está sendo julgada por supostamente matar três pessoas e tentar matar uma quarta com um prato de carne envenenado por cogumelos mortais durante um almoço em sua casa em julho de 2023. Durante o julgamento, que atraiu atenção mundial, ela se defendeu, falando sobre seu relacionamento com o ex-marido Simon e suas dificuldades pessoais. Patterson afirmou que as mortes foram um “terrível acidente” e negou as acusações, apesar de ter mentido para a polícia. Ela descreveu seu casamento como “funcional” e mencionou que sua autoestima estava baixa, o que a levou a considerar cirurgia para perda de peso. Erin e Simon se conheceram em 2004 e se casaram em 2007. Ela falou sobre a difícil experiência de dar à luz seu primeiro filho e como a mãe de Simon, Gail, a apoiou. O casal passou por separações ao longo do relacionamento, enfrentando dificuldades de comunicação. Erin continuará a testemunhar no tribunal.
Erin Patterson, mulher australiana acusada de assassinar três pessoas e tentar matar uma quarta com um prato de carne envenenado, depôs em sua própria defesa durante o julgamento que começou em julho de 2023. O caso, que atraiu atenção mundial, envolve a morte de Don e Gail Patterson, além de Heather Wilkinson, após um almoço em sua casa.
No tribunal, Patterson alegou que as mortes foram um “terrível acidente”. Ela se defendeu das acusações de que teria intencionalmente envenenado o prato de Beef Wellington com cogumelos mortais, conhecidos como Amanita phalloides. O marido de Heather, Ian Wilkinson, sobreviveu após semanas de internação devido à intoxicação.
Durante seu depoimento, Erin falou sobre seu relacionamento com o ex-marido Simon, mencionando que a dinâmica familiar estava deteriorada. Ela revelou que sua autoestima estava baixa e que estava considerando cirurgia bariátrica. “Fui lutando contra a baixa autoestima a maior parte da minha vida adulta”, disse.
Patterson também compartilhou detalhes sobre como conheceu Simon em 2004 e como seu relacionamento evoluiu. O casal se casou em 2007, e Erin destacou a influência positiva da sogra, Gail, durante momentos difíceis, como o nascimento complicado de seu primeiro filho.
A defesa de Patterson argumenta que, apesar de suas mentiras para a polícia, não houve intenção de matar. O julgamento continua, com Erin prevista para retomar seu depoimento na próxima sessão.
Entre na conversa da comunidade