A Polícia Federal pediu mais tempo para terminar as investigações da Operação Contragolpe, que prendeu quatro militares e um agente da PF em novembro do ano passado. Eles estão sendo investigados por um plano para assassinar o ministro do STF, Lula, e o ex-governador Geraldo Alckmin. Até agora, cinco dos seis investigados foram denunciados e se tornaram réus no Supremo Tribunal Federal. Os denunciados incluem o general da reserva Mário Fernandes e os tenentes-coronéis Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira e Rodrigo Bezerra de Azevedo, além do agente Wladimir Matos Soares. O pedido foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes.
A Polícia Federal (PF) solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a prorrogação do prazo para finalizar as investigações da Operação Contragolpe. A operação resultou na prisão de quatro militares e um agente da PF em novembro do ano passado, envolvidos em um plano para assassinar o próprio ministro, além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.
Até o momento, cinco dos seis investigados foram denunciados pela Procuradoria Geral da República (PGR) por planejamento de golpe de estado e já se tornaram réus no STF. Os denunciados incluem o general da reserva do Exército Mário Fernandes e os tenentes-coronéis Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo, além do agente da PF Wladimir Matos Soares.
O ofício solicitando a prorrogação foi protocolado no sistema da Corte nesta quinta-feira, em nome do delegado Itawan de Oliveira Pereira. As investigações seguem em andamento, com a expectativa de que novos desdobramentos ocorram nos próximos dias.
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