O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu proibir a emissão de vistos para estudantes estrangeiros que iriam estudar na Universidade Harvard. Essa medida é parte de uma pressão maior da administração dele sobre instituições de ensino superior. Trump afirmou que a universidade não forneceu informações sobre seus alunos e alegou que a criminalidade no campus aumentou. Ele também disse que estudantes estrangeiros podem usar o acesso ao ensino americano para roubar informações e espalhar desinformação. A universidade respondeu que a ordem é uma represália e que continuará a proteger seus estudantes internacionais. A decisão pode ser contestada na Justiça.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proibiu a emissão de vistos para estudantes estrangeiros da Universidade Harvard. A decisão foi anunciada na noite de quarta-feira, 4, e intensifica a pressão da administração sobre instituições de ensino superior. A medida segue cortes de verbas federais e a ameaça de retirar Harvard do sistema que permite a matrícula de alunos internacionais.
Trump justificou a proibição afirmando que a universidade não forneceu informações sobre seus alunos e alegou um aumento na criminalidade no campus. Ele declarou que é necessário restringir o ingresso de estrangeiros que buscam estudar na instituição. “Adversários e concorrentes estrangeiros aproveitam o fácil acesso ao ensino superior americano para roubar informações técnicas e espalhar informações falsas”, afirmou o presidente.
A universidade reagiu à decisão, chamando-a de “represália” e afirmando que continuará a proteger seus estudantes internacionais. Um porta-voz da instituição destacou que a ordem do governo viola os direitos da Primeira Emenda. Harvard não cedeu à pressão da Casa Branca para alterar suas normas internas, especialmente em relação ao antissemitismo e à divulgação de dados sobre alunos.
O Departamento de Estado dos EUA também analisará se os vistos dos alunos já matriculados podem ser revogados. Contudo, a proclamação de Trump inclui uma exceção para estrangeiros cuja entrada seja considerada de interesse nacional. A expectativa é que a decisão seja contestada judicialmente.
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