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Caminhoneiros em Minas Gerais ameaçam abastecimento de combustível com greve

Caminhoneiros da Vibra Energia iniciaram greve em Betim, bloqueando o abastecimento de combustíveis e exigindo cumprimento das leis de frete e pedágio. A paralisação, que começou na madrugada de hoje, pode afetar a disponibilidade de combustíveis em postos e aeroportos de Minas Gerais, já que muitos estabelecimentos estão com estoques baixos. O Sindicato dos Motoristas de Minas Gerais (Sindtanke-MG) denuncia que os pagamentos realizados pela empresa estão entre 10% e 15% abaixo do valor estipulado pelo Piso Mínimo de Frete, conforme a Lei 13.703/2018, e do Vale-Pedágio, regido pela Lei 10.209/2001. Irani Gomes, presidente do sindicato, pede uma fiscalização mais rigorosa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A Vibra Energia, por sua vez, afirmou que está adotando medidas para evitar desabastecimento e que todos os contratos com os transportadores permanecem válidos. A empresa se disse disposta ao diálogo, mas alertou sobre a ilegalidade de tentativas de combinação coletiva de preços, que poderiam acarretar sanções legais. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Minaspetro) está acompanhando a situação e seus efeitos no abastecimento. A greve poderá ser intensificada caso as demandas dos motoristas não sejam atendidas.

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Caminhoneiros que transportam combustíveis para a Vibra Energia estão em greve por tempo indeterminado em Betim, Minas Gerais, desde a madrugada de segunda-feira, 9. Eles bloqueiam a entrada da empresa para protestar contra o não pagamento do Piso Mínimo de Frete e do Vale-Pedágio. O Sindicato dos Motoristas de Minas Gerais informou que a greve pode afetar o abastecimento de combustíveis em postos e aeroportos, especialmente porque muitos já estão com estoques baixos. Os motoristas pedem que a Vibra cumpra as leis que garantem seus direitos, já que os pagamentos estão sendo feitos entre 10% e 15% abaixo do valor mínimo. A Vibra disse que está tentando evitar desabastecimento e que todos os contratos estão válidos, além de se mostrar disposta a dialogar, mas alertou que qualquer combinação coletiva de preços é ilegal. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais está acompanhando a situação e seus efeitos no abastecimento. A greve pode ser intensificada se as demandas não forem atendidas.

Caminhoneiros que transportam combustíveis para a Vibra Energia iniciaram uma greve por tempo indeterminado em Betim, Minas Gerais, na madrugada desta segunda-feira, 9. A paralisação ocorre em resposta ao descumprimento do Piso Mínimo de Frete e do Vale-Pedágio, com caminhões-tanque bloqueando a entrada da base da empresa.

De acordo com o Sindicato dos Motoristas de Minas Gerais (Sindtanke-MG), a greve pode impactar o abastecimento de combustíveis em postos e aeroportos do estado. A situação é preocupante, uma vez que muitos estabelecimentos já enfrentam estoques reduzidos após o fim de semana. A Vibra, que é uma das principais distribuidoras de combustíveis, enfrenta críticas por não cumprir as leis que garantem os direitos dos transportadores.

Os motoristas reivindicam que a empresa respeite a Lei 13.703/2018, que estabelece o Piso Mínimo de Frete, e a Lei 10.209/2001, que regulamenta o Vale-Pedágio. Irani Gomes, presidente do sindicato, afirmou que os pagamentos têm sido feitos entre 10% e 15% abaixo do valor mínimo, resultando em prejuízos significativos para os transportadores. Ele enfatizou a necessidade de fiscalização mais rigorosa por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Resposta da Vibra Energia

A Vibra Energia declarou que está tomando medidas para evitar desabastecimento e que todos os contratos com os transportadores estão em vigor. A empresa reafirmou seu compromisso com a regularidade do abastecimento em Minas Gerais e se disse aberta ao diálogo com os motoristas. No entanto, a companhia também alertou sobre a ilegalidade de qualquer tentativa de combinação coletiva de preços, que poderia resultar em sanções legais.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Minaspetro) está monitorando a situação e seus impactos no abastecimento. A greve, que começou com a concentração de caminhões na unidade da Vibra, pode ser retomada caso as reivindicações não sejam atendidas.

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