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Gleisi critica postura de Bolsonaro no STF como evasiva e mentirosa

Gleisi Hoffmann critica Jair Bolsonaro por evasividade em depoimento ao STF e destaca a urgência da responsabilização pelas acusações.

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A ministra Gleisi Hoffmann criticou Jair Bolsonaro por sua falta de clareza durante depoimento ao Supremo Tribunal Federal, onde ele negou as acusações de tentativa de golpe de Estado. Ela afirmou que ele foi evasivo e, em alguns momentos, mentiroso. Gleisi ressaltou a seriedade das acusações e a importância de responsabilização. Durante o depoimento, Bolsonaro não conseguiu explicar questões importantes, como uma minuta relacionada ao golpe e discussões sobre um “punhal verde e amarelo”. Ele se defendeu, dizendo que suas críticas ao sistema eleitoral eram apenas desabafos e que não havia provas contra ministros do STF. Bolsonaro também confirmou que a deputada Carla Zambelli trouxe um hacker para uma reunião, mas disse que não confiava nele. Além disso, ele questionou decisões do Tribunal Superior Eleitoral que afetaram sua campanha.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro por sua postura evasiva durante o depoimento prestado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em declarações à imprensa, ela afirmou que Bolsonaro foi “muito evasivo, quando não mentiroso, em alguns aspectos”. A ministra destacou a gravidade das acusações e a necessidade de responsabilização.

Durante o depoimento, Bolsonaro negou qualquer tentativa de golpe de Estado, mas não conseguiu esclarecer questões cruciais, como a minuta do golpe e seu envolvimento em discussões sobre um “punhal verde e amarelo”. Em contraste com suas posturas anteriores, o ex-presidente adotou um tom comedido ao ser interrogado pelo ministro Alexandre de Moraes. Gleisi enfatizou que Bolsonaro deve responder às acusações, afirmando que a democracia não pode ser atacada sem que haja responsabilização.

Críticas e Justificativas

Bolsonaro se defendeu das críticas ao sistema eleitoral e ao Judiciário, alegando que suas declarações eram apenas retórica e desabafos. Ele afirmou que não havia indícios que sustentassem as acusações feitas a ministros do STF, referindo-se ao vazamento de uma reunião onde discutiu a possibilidade de ruptura democrática como um ato de “má-fé”.

Além disso, o ex-presidente confirmou que a deputada Carla Zambelli trouxe o hacker Walter Delgatti Neto para uma reunião, mas afirmou que não confiava nele. Bolsonaro também questionou decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impactaram sua campanha, como a proibição do uso de imagens do 7 de Setembro de 2022 e do funeral da rainha Elizabeth II, que foram considerados abuso de poder pela corte eleitoral.

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