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General pede desculpas por críticas a advogado e reconhece inadequação das broncas

Ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira se desculpa por broncas durante interrogatório no STF e reconhece impropriedades em declarações sobre urnas eletrônicas.

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O ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira pediu desculpas ao advogado Andrew Fernandes por ter se mostrado impaciente durante seu interrogatório no STF, onde negou envolvimento em tentativas de golpe de Estado e comentou sobre a comissão que investigou fraudes nas urnas eletrônicas. Nogueira reconheceu que suas reações não foram adequadas e agradeceu a Fernandes e sua equipe pelo trabalho de preparação. Ele também se desculpou por suas declarações sobre as urnas, afirmando que não via efetividade na comissão que não encontrou indícios de irregularidades, mas que foi pressionada a incluir a possibilidade de fraudes no relatório final. O ex-ministro esclareceu que não despachou o relatório com o ex-presidente Jair Bolsonaro e descreveu as manifestações em frente aos quartéis como pacíficas, embora as considerasse uma “baderna” e não uma tentativa de golpe.

O ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira pediu desculpas ao advogado Andrew Fernandes por broncas durante seu interrogatório no STF. O episódio ocorreu nesta semana, quando Nogueira negou envolvimento em tentativas de golpe de Estado e comentou sobre a comissão que investigou fraudes nas urnas eletrônicas.

Durante o depoimento, Nogueira se mostrou impaciente com o advogado em dois momentos, o que gerou risadas entre os presentes, incluindo o ministro Alexandre de Moraes. Três dias após o interrogatório, o ex-ministro reconheceu que suas reações não foram adequadas. Em uma carta, ele agradeceu a Fernandes e sua equipe pelo trabalho de preparação para o depoimento.

Nogueira também se desculpou por suas declarações sobre as urnas eletrônicas, afirmando que não via efetividade na comissão que investigou possíveis fraudes. Ele foi coordenador do grupo em 2022, que não encontrou indícios de irregularidades, mas foi pressionado a incluir a possibilidade de fraudes no relatório final. O ex-presidente Jair Bolsonaro negou ter influenciado Nogueira nesse sentido.

O ex-ministro esclareceu que não despachou o relatório com Bolsonaro e que a equipe foi responsável pela fiscalização do sistema eleitoral. Ele descreveu os acampamentos em frente aos quartéis como manifestações pacíficas, mas afirmou que o motivo delas não era legal, considerando-as uma “baderna”, mas não uma tentativa de golpe de Estado.

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