As deputadas Marcela Pagano e Lilia Lemoine, do partido La Libertad Avanza, estão em conflito nas redes sociais. A briga começou quando Lemoine fez piada sobre o projeto de lei de Pagano, que propõe exames psicológicos obrigatórios para legisladores. Lemoine usou emojis de riso para criticar a proposta e acusou Pagano de esconder informações. Em resposta, Pagano chamou Lemoine de “flagelo” e desafiou-a a fazer testes psicológicos públicos, prometendo que os resultados seriam divulgados. A disputa continuou, com Lemoine dizendo que apoiaria o projeto de Pagano, desde que ela não usasse um megafone na Câmara, lembrando uma crítica anterior de Pagano ao presidente do Congresso. A rivalidade entre as duas deve continuar a causar polêmica na política argentina.
Estar no mesmo partido político não garante uma relação harmoniosa. O exemplo mais recente é a disputa entre as deputadas Marcela Pagano e Lilia Lemoine, do partido La Libertad Avanza (LLA), que se intensificou nas redes sociais. A tensão, já conhecida no Congresso argentino, ganhou novos contornos após Lemoine zombar do projeto de lei de Pagano, que propõe exames psicológicos obrigatórios para legisladores.
A discussão começou no X, onde Lemoine reagiu com emojis de riso à proposta de Pagano, chamada “Ficha Psicológica Limpa”. A situação escalou rapidamente, com Lemoine acusando Pagano de ocultar informações para proteger um fundo fiduciário. Em resposta, Pagano criticou Lemoine, chamando-a de “flagelo” por usar sua posição para interesses pessoais.
Desafio Público
A troca de farpas não parou por aí. Pagano desafiou Lemoine a participar de testes psicológicos públicos, afirmando que submeteria seu projeto de lei, independentemente de sua aprovação. “Os resultados serão tornados públicos”, escreveu a ex-jornalista, sugerindo também exames de sangue e urina.
No domingo, 8, a disputa continuou. Lemoine afirmou que apoiaria o projeto de Pagano, desde que ela não trouxesse seu megafone para a Câmara, uma referência a um episódio em que Pagano criticou o presidente do Congresso, Martín Menem, chamando-o de fascista. A rivalidade entre as duas deputadas promete continuar a agitar o cenário político argentino.
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