Uma pesquisa chamada “Ipsos Populism Report 2025” mostra que 69% dos brasileiros acham que a sociedade está piorando, colocando o Brasil como um dos países mais pessimistas do mundo. O estudo, feito entre fevereiro e março, revela que 62% dos entrevistados veem o país em declínio e 76% acreditam que a economia favorece os ricos. Além disso, 73% sentem que os políticos tradicionais não se importam com a população. Em resposta a essa insatisfação, 58% desejam um líder que quebre regras para trazer mudanças, um número maior do que a média global. A pesquisa foi realizada com 1.000 pessoas e tem uma margem de erro de 3,5 pontos percentuais.
O Brasil se destaca como um dos países mais pessimistas do mundo em 2025. A pesquisa “Ipsos Populism Report 2025” revela que 69% dos brasileiros acreditam viver em uma sociedade deteriorada, colocando o país em quarto lugar entre 31 nações analisadas. O levantamento, realizado entre 21 de fevereiro e 7 de março, mostra um aumento de sete pontos percentuais em relação a 2023.
Os dados indicam que 62% dos entrevistados percebem o Brasil em declínio, um crescimento de nove pontos percentuais desde a última pesquisa. Esse sentimento é acentuado pela percepção de que 76% acreditam que a economia é manipulada para beneficiar os ricos e poderosos, superando a média global de 68%. Além disso, 73% dos brasileiros sentem que partidos e políticos tradicionais não se importam com a população.
Demandas por Mudança
Diante desse cenário de insatisfação, a pesquisa aponta que 58% dos brasileiros desejam um líder disposto a quebrar regras para promover mudanças. Esse número é superior à média global de 47%. A busca por uma liderança forte é reforçada por 71% dos entrevistados, que acreditam que um líder forte é necessário para retirar o país das mãos dos poderosos.
A pesquisa foi conduzida pela Ipsos com uma amostra de 1.000 pessoas no Brasil, representando a população urbana, e possui uma margem de erro de 3,5 pontos percentuais. O pessimismo crescente reflete um descontentamento profundo com a política e a economia, evidenciando uma demanda por soluções radicais e novas lideranças.
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