O governo está enfrentando investigações sobre fraudes no INSS, que teriam ocorrido durante a gestão de Jair Bolsonaro, envolvendo cobranças indevidas a aposentados. O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, está animado com a criação da CPI do INSS, que deve começar no segundo semestre. Ele acredita que a comissão vai mostrar que as fraudes foram descobertas graças ao atual governo, com apoio da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal. A proposta da CPI veio de parlamentares de direita, e a leitura do requerimento foi feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A CPI é vista como uma vitória do governo, que também manteve 236 vetos em uma sessão do Congresso. As fraudes afetaram mais de 4,2 milhões de aposentados e pensionistas, e entre 2019 e 2024, a Polícia Federal identificou que R$ 6 bilhões foram desviados por meio de convênios irregulares. A operação “Sem Desconto” levou à exoneração do presidente do INSS e à prisão de envolvidos. O Ministério da Previdência criou um sistema para que os beneficiários possam contestar descontos indevidos.
Um dia após tentativas do governo para adiar a instalação da CPI do INSS, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), manifestou grande expectativa pela investigação. Ele afirmou que a comissão será crucial para evidenciar que as fraudes ocorreram durante a gestão de Jair Bolsonaro e foram reveladas graças ao atual governo. Randolfe destacou que a corrupção no INSS só foi descoberta devido a investigações da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal.
A leitura do requerimento para a criação da CPI foi realizada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e os trabalhos devem começar no segundo semestre. Randolfe classificou a instalação da CPI como uma vitória do governo, ressaltando a manutenção de 236 vetos em uma sessão do Congresso. Ele também mencionou a importância de investigar as fraudes, que afetaram mais de 4,2 milhões de aposentados e pensionistas.
A iniciativa para a criação da CPI partiu da deputada Coronel Fernanda (PL-MT) e da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que conseguiram as assinaturas necessárias. Inicialmente, o governo se opôs à CPI, mas mudou de postura com o apoio de parlamentares da base. Discussões internas estão em andamento sobre quem ocupará os cargos de comando na comissão, com a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) sendo cotada para a relatoria.
Entre 2019 e 2024, a Polícia Federal identificou que R$ 6 bilhões foram subtraídos de forma irregular por meio de convênios firmados sem autorização dos beneficiários. A operação “Sem Desconto” resultou na exoneração do presidente do INSS e na prisão de envolvidos no esquema. O Ministério da Previdência também lançou um sistema para que beneficiários possam contestar descontos indevidos.
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