Executivos da OpenAI estão pensando em acusar a Microsoft de comportamento anticompetitivo, o que pode levar a uma revisão do contrato entre as duas empresas. A OpenAI, que depende da Microsoft para se tornar uma corporação de benefício público, está enfrentando dificuldades nas negociações sobre os termos do acordo. As discussões já duram meses sem um consenso. A OpenAI sugere que a Microsoft tenha uma participação de 33% em uma nova unidade, em troca de abrir mão dos direitos sobre lucros futuros. Além disso, a startup quer mudar cláusulas que garantem à Microsoft direitos exclusivos para hospedar seus modelos na nuvem. A Microsoft, por sua vez, não aceitou as propostas e busca mais concessões. Ambas as empresas afirmaram que as conversas continuam e estão otimistas sobre a parceria no futuro.
Os executivos da OpenAI estão considerando acusar a Microsoft de comportamento anticompetitivo em sua parceria, conforme reportado pelo Wall Street Journal nesta segunda-feira, 16. A iniciativa pode levar a uma revisão regulatória federal do contrato entre as empresas, em busca de possíveis violações da lei antitruste.
A OpenAI, que depende da Microsoft para sua transição a uma corporação de benefício público, enfrenta dificuldades nas negociações sobre os termos do acordo. Meses de discussões não resultaram em um consenso, segundo fontes próximas ao assunto. As empresas estão revisando o investimento da Microsoft, incluindo a futura participação acionária na OpenAI.
Além disso, a OpenAI propõe que a Microsoft detenha uma participação de 33% em uma unidade reestruturada, em troca da renúncia aos direitos de lucros futuros. A startup deseja modificar cláusulas que garantem à Microsoft direitos exclusivos para hospedar seus modelos em sua nuvem. No entanto, a Microsoft não aceitou os termos sugeridos e busca concessões adicionais.
As duas empresas afirmaram em um comunicado conjunto que as conversas estão em andamento e expressaram otimismo sobre a continuidade da parceria nos próximos anos.
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