A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira a Operação Sem Desconto em Sergipe, cumprindo dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão. A operação investiga um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS, que já levou à demissão do ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, e do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. As ações aconteceram em Aracaju, Cristinápolis e Umbaúba, e a Justiça sequestrou cinco imóveis avaliados em R$ 12 milhões. O objetivo é recuperar bens e investigar os R$ 6,3 bilhões cobrados indevidamente entre 2019 e 2024. A operação começou em abril, em parceria com a Controladoria-Geral da União, após um aumento nas denúncias de cobranças sem autorização. Além das prisões, a PF já havia bloqueado 14 imóveis no estado, totalizando R$ 20 milhões. As investigações continuam, com a expectativa de novos desdobramentos nas próximas semanas.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira, a Operação Sem Desconto, cumprindo dois mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão em Sergipe. A ação visa desmantelar um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS, que já resultou na demissão do ex-ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, e do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.
As operações ocorreram nas cidades de Aracaju, Cristinápolis e Umbaúba. A Justiça determinou o sequestro de cinco imóveis relacionados aos investigados, avaliados em cerca de R$ 12 milhões. O objetivo principal é recuperar bens e avançar nas investigações sobre os R$ 6,3 bilhões cobrados indevidamente entre 2019 e 2024.
Detalhes da Operação
A Operação Sem Desconto foi iniciada em abril, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). As investigações revelaram que entidades cobraram valores sem autorização dos aposentados, levando a um aumento nas denúncias. O escândalo gerou um grande impacto, com a apuração atingindo pessoas com prerrogativa de foro no Supremo Tribunal Federal (STF).
Além das prisões, a PF já havia realizado ações anteriores que resultaram na indisponibilização de 14 imóveis no estado, avaliados em R$ 20 milhões. A operação é parte de um esforço contínuo para responsabilizar os envolvidos nas fraudes e proteger os direitos dos aposentados e pensionistas prejudicados.
As investigações continuam, com a expectativa de que mais desdobramentos ocorram nas próximas semanas, à medida que a PF avança na busca por justiça e recuperação dos valores indevidamente cobrados.
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