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Braga Netto apresenta nova estratégia para ser libertado da prisão

Defesa de Walter Braga Netto pede revogação da prisão preventiva após conclusão da acareação e cumprimento das condições de monitoramento.

Walter Braga Netto em interrogatório no STF, em 10 de junho de 2025. (Foto: Fellipe Sampaio/STF)
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Walter Braga Netto, ex-ministro e general, está preso desde dezembro de 2022 por suposto envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. Recentemente, sua defesa pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que revogasse a prisão, afirmando que a investigação foi concluída. Braga Netto participou de uma acareação com o tenente-coronel Mauro Cid, que o acusou de ter recebido dinheiro na suposta trama. O general usou tornozeleira eletrônica durante o procedimento e voltou para a prisão após a audiência. A defesa argumenta que, com a acareação finalizada, não há mais necessidade de mantê-lo preso e sugere medidas alternativas, como o monitoramento eletrônico. A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro informou que a tornozeleira só será retirada com autorização de Moraes, e a defesa pediu que essa ordem fosse emitida. Não há prazo para que o ministro se pronuncie sobre o pedido.

Walter Braga Netto, ex-ministro e general, está preso preventivamente desde dezembro de 2022, acusado de envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. Nesta terça-feira, 24, sua defesa solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, a revogação da prisão, alegando que a instrução criminal foi concluída.

Braga Netto participou de uma acareação com o tenente-coronel Mauro Cid, outro réu no processo, onde Cid afirmou ter recebido dinheiro do general na suposta trama golpista. O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro estava presente no procedimento, utilizando tornozeleira eletrônica, e retornou à unidade prisional no Rio de Janeiro após a audiência.

A defesa argumenta que, com a conclusão da acareação, não há mais investigação a ser protegida, o que, segundo eles, elimina a necessidade de prisão cautelar. Além disso, os advogados destacam que o general cumpriu as condições de monitoramento e não manteve contato com terceiros durante sua ida a Brasília.

Os advogados pedem que, caso a prisão preventiva seja revogada, sejam impostas medidas cautelares alternativas, como o monitoramento eletrônico. A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro informou que a tornozeleira só será removida mediante ordem de Moraes, o que motivou a defesa a solicitar a expedição do ofício correspondente. Não há prazo definido para que o magistrado se manifeste sobre o pedido.

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