O Edifício St. Barths, em São Paulo, começou a ser construído em 2018, mas teve suas obras paralisadas por problemas com alvarás e créditos. Em 2024, uma nova revisão na Operação Urbana Faria Lima permitiu que o projeto fosse regularizado. Em junho de 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a legalidade da nova lei, permitindo que a construção fosse retomada. O edifício terá 23 andares e apartamentos que variam de 382 a 739 metros quadrados, em uma área valorizada, com preço médio de R$ 24,8 mil por metro quadrado. O terreno é avaliado em mais de R$ 360 milhões. A construtora precisa adquirir Certificados de Potencial Adicional de Construção em um leilão previsto para agosto de 2025 para regularizar a obra. A decisão do TJSP foi favorável, pois a nova lei não exigia novas audiências públicas e estava de acordo com o Estatuto da Cidade. Com a regularização, as obras podem ser concluídas em até 90 dias após o leilão.
O Edifício St. Barths, localizado em São Paulo, teve sua construção iniciada em 2018, mas enfrentou paralisações devido a problemas com alvarás e créditos construtivos. Em 2024, uma revisão na Operação Urbana Faria Lima permitiu a regularização do projeto, e em junho de 2025, uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) confirmou a legalidade da nova lei, possibilitando a continuidade das obras.
Com 23 andares e apartamentos que variam de 382 a 739 metros quadrados, o edifício está situado em uma das áreas mais valorizadas da cidade, com preço médio de R$ 24,8 mil por metro quadrado. O terreno do St. Barths é avaliado em mais de R$ 360 milhões. O projeto começou a ser divulgado em 2016, com um estande de vendas montado em 2017. As obras começaram em 2018, mas foram interrompidas em 2023 pela Prefeitura, que alegou falta de alvará e créditos necessários.
A revisão da operação, que resultou na lei municipal número 18.175, permitiu a regularização de edifícios em débito na região. O advogado da Construtora São José, Edgard Leite, afirmou que a aquisição de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), prevista para um leilão em agosto de 2025, será crucial para a regularização do St. Barths. A construtora já havia enfrentado ações do Ministério Público, que questionava a legalidade da obra e chegou a solicitar a demolição do prédio.
A decisão do TJSP em junho de 2025 foi favorável à continuidade do projeto, considerando que a lei não exigia novas audiências públicas e estava em conformidade com o Estatuto da Cidade. Com a regularização, a construtora poderá retomar as obras, que podem ser concluídas em até 90 dias após o leilão dos Cepacs. A Operação Urbana Faria Lima abrange um perímetro estratégico da cidade e, com a nova legislação, a área de construção adicional foi ampliada, permitindo novos investimentos na infraestrutura urbana.
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