Rogério Andrade, conhecido como bicheiro, será interrogado na próxima quarta-feira, dia 26, pela juíza Alessandra Roidis, por videoconferência, no processo que investiga a morte de Fernando Iggnácio, assassinado em novembro de 2020. Andrade é acusado de ser o mandante do crime, que ocorreu durante uma disputa pelo controle do jogo do bicho. O ministro do STF, Kassio Nunes Marques, negou o pedido da defesa de Andrade para encerrar a nova investigação. Atualmente, ele está preso em um presídio federal em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Durante a audiência, também serão ouvidos a viúva de Iggnácio, Carmem Lúcia, e seu filho, Castor Gonçalves, além de Gilmar Eneas Lisboa, um ex-PM que monitorou Iggnácio antes do assassinato. Novas provas levaram à abertura de uma nova ação contra Andrade e Lisboa, aumentando a atenção sobre o caso.
O bicheiro Rogério Andrade será interrogado na próxima quarta-feira, dia 26, pela juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis, da 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. O depoimento ocorrerá por videoconferência e faz parte do processo que investiga a morte do contraventor Fernando Iggnácio, assassinado em novembro de 2020.
Iggnácio foi executado a tiros no estacionamento de um heliponto no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. Andrade é acusado de ser o mandante do crime, que ocorreu em meio a uma disputa pelo controle do jogo do bicho. O ministro do STF, Kassio Nunes Marques, negou um pedido da defesa de Andrade para trancar a nova investigação relacionada ao caso.
Atualmente, Andrade encontra-se no presídio federal de segurança máxima em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A audiência de instrução também contará com os depoimentos da viúva de Iggnácio, Carmem Lúcia de Andrade Iggnácio, e de seu filho, Castor Gonçalves de Andrade Neto. Além deles, será ouvido Gilmar Eneas Lisboa, ex-PM apontado como responsável por monitorar Iggnácio antes do assassinato.
Recentemente, promotores conseguiram novas provas que levaram à abertura de uma nova ação contra Andrade e Lisboa. O caso continua a atrair atenção, dada a notoriedade dos envolvidos e a gravidade das acusações.
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