A deputada Erika Hilton, do PSOL-SP, está enfrentando críticas por ter contratado maquiadores como assessores parlamentares. Os deputados Zucco e Paulo Bilynskyj, do PL, apresentaram uma denúncia à Procuradoria-Geral da República, acusando Hilton de improbidade administrativa e desvio de finalidade. Eles afirmam que os maquiadores, Ronaldo Hass e Índy Montiel, não realizam funções que justifiquem suas contratações. Hilton defende que eles a ajudam em atividades legislativas, como elaboração de relatórios e participação em audiências, e nega que os salários sejam pagos com verba de gabinete. Ronaldo Hass recebe R$ 9.678,22 e é conhecido por seu trabalho em eventos, enquanto Índy Montiel, que ganha R$ 2.126,59, é citado como responsável por produções visuais para a deputada. A situação gerou questionamentos sobre a legalidade das contratações e os deputados do PL pediram que o caso seja investigado pelo Tribunal de Contas da União.
A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) enfrenta críticas após a revelação de que contratou maquiadores como assessores parlamentares. Os deputados Zucco e Paulo Bilynskyj, ambos do PL, protocolaram uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR), alegando improbidade administrativa e desvio de finalidade.
Os parlamentares do PL afirmam que não há evidências de que os maquiadores, Ronaldo Hass e Índy Montiel, desempenhem funções compatíveis com as atribuições de um secretário parlamentar. A acusação ganhou destaque nas redes sociais, onde a oposição compartilhou informações sobre a presença dos profissionais na folha de pagamento do gabinete de Hilton.
Defesa da Deputada
Em resposta às acusações, Hilton negou que os maquiadores tenham sido contratados com verba de gabinete. Segundo a deputada, eles a assessoram em atividades legislativas, como elaboração de relatórios e participação em audiências. Ronaldo Hass, que recebe um salário bruto de R$ 9.678,22, é mencionado em postagens nas redes sociais por seu trabalho em eventos como o show da Beyoncé em Paris.
Índy Montiel, com salário de R$ 2.126,59, também é citada como responsável por produções visuais para a parlamentar, referindo-se a ela como “musa” em suas postagens. A situação levanta questões sobre a legalidade das contratações e a utilização de recursos públicos, com os deputados do PL solicitando que o caso seja encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU).
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