O presidente Lula anunciou que o Ministério das Relações Exteriores vai trazer o corpo de Juliana Marins, que morreu em um acidente no vulcão Rinjani, na Indonésia. Ele conversou com o pai dela, Manoel Marins, e garantiu que o traslado será feito. Juliana, de 26 anos, foi encontrada morta após quatro dias de buscas, depois de escorregar em uma trilha. Inicialmente, o Itamaraty disse que não poderia pagar pelo transporte, mas Lula decidiu revogar um decreto que impedia o governo de custear esse tipo de serviço. A nova regra permitirá que o Itamaraty faça o traslado em casos excepcionais, se houver recursos disponíveis. A Prefeitura de Niterói também se ofereceu para ajudar na repatriação do corpo, e o prefeito Rodrigo Neves afirmou que quer garantir um sepultamento digno. A tragédia gerou grande comoção nas redes sociais, com muitas pessoas expressando apoio à família.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o Ministério das Relações Exteriores realizará o traslado do corpo de Juliana Marins, brasileira que faleceu em um acidente no vulcão Rinjani, na Indonésia. A decisão foi comunicada ao pai da jovem, Manoel Marins, em uma conversa telefônica nesta quinta-feira, 26 de outubro. Juliana, de 26 anos, foi encontrada morta após quatro dias de buscas intensivas.
O acidente ocorreu na última sexta-feira, 21 de outubro, quando Juliana escorregou em uma trilha. O resgate enfrentou dificuldades devido a condições climáticas adversas. Inicialmente, o Itamaraty havia informado que não poderia arcar com os custos do traslado, alegando limitações na assistência consular. A legislação vigente, o Decreto 9.199/2017, proíbe o uso de recursos públicos para esse tipo de serviço.
Mudança de Decreto
Após a repercussão do caso, Lula decidiu revogar o decreto que impedia o governo de custear o transporte de corpos de brasileiros falecidos no exterior. Durante um evento em São Paulo, o presidente afirmou que não tinha conhecimento da restrição e que tomaria as medidas necessárias para garantir o apoio à família de Juliana. “Vou revogar esse decreto e fazer outro para que o governo brasileiro possa custear a vinda dessa jovem”, declarou.
A mudança no decreto permitirá que o Itamaraty assuma a responsabilidade pelo traslado em situações excepcionais, desde que haja recursos orçamentários disponíveis. O novo texto ainda precisa ser regulamentado, mas representa um avanço significativo para famílias que enfrentam a perda de entes queridos no exterior.
Apoio Local
Além do apoio do governo federal, a Prefeitura de Niterói também se comprometeu a auxiliar na repatriação do corpo de Juliana. O prefeito Rodrigo Neves afirmou que a administração municipal está disposta a garantir um sepultamento digno para a jovem. A tragédia gerou comoção nas redes sociais, com muitos expressando solidariedade à família.
Juliana era natural de Niterói e estava em uma viagem pela Ásia, onde compartilhava suas experiências em redes sociais. A expectativa agora é que o traslado ocorra de forma rápida e respeitosa, permitindo que a família possa realizar as despedidas necessárias.
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