- Carlos Bolsonaro, vereador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve a renovação de seu porte de arma negada pela Polícia Federal em julho de 2023.
- A decisão foi baseada na falta de comprovação de situação de risco, mesmo após Carlos alegar ser ameaçado por ser filho do ex-presidente.
- O vereador recorreu à Justiça, mas o pedido foi indeferido pela 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro.
- Recentemente, Carlos compartilhou diplomas de nove cursos de tiro e expressou indignação nas redes sociais, afirmando que a restrição ao porte de arma visa “impor uma ditadura”.
- A Polícia Federal agora também será responsável pelo registro e fiscalização de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs).
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, manifestou sua indignação nas redes sociais após a Polícia Federal (PF) negar a renovação de seu porte de arma. A decisão, que ocorreu em julho de 2023, foi baseada na falta de comprovação de situação de risco.
Nesta quinta-feira, 3, Carlos compartilhou diplomas de nove cursos de tiro que realizou no Brasil e no exterior, reforçando seu descontentamento. Ele afirmou que a restrição ao porte de arma visa “impor uma ditadura” e proteger “seus comparsas”. No vídeo postado, o vereador lamenta a perda do porte, que lhe permitia portar uma pistola Glock 9mm.
A PF indeferiu o pedido de renovação do porte de arma, alegando que Carlos não demonstrou a necessidade de estar armado, mesmo após alegar ser ameaçado por ser filho do ex-presidente. Em resposta, o vereador recorreu à Justiça, mas a 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro, sob a responsabilidade do juiz Vigdor Teitel, também não acatou seu pedido.
Além de regular o porte de arma de cidadãos comuns, a PF agora também será responsável pelo registro e fiscalização de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs). A situação de Carlos Bolsonaro levanta questões sobre a legislação de armamento e a segurança pública no Brasil.
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