Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Conselho de Ética do PR decide suspender deputado por um mês após investigação

Deputado estadual Renato Freitas é suspenso por um mês após protesto que resultou em invasão e depredação na Assembleia Legislativa do Paraná.

Deputado estadual do Paraná Renato Freitas (PT) (Foto: Orlando Kissner/Alep)
0:00
Carregando...
0:00
  • O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) suspendeu o deputado estadual Renato Freitas (PT) por um mês.
  • A suspensão foi aprovada devido a acusações de incitação à invasão e depredação da assembleia durante um protesto em 3 de junho de 2024.
  • O protesto contestava a privatização da educação e resultou na entrada de manifestantes na Alep, causando danos nas galerias.
  • Freitas nega as acusações e afirma que não há evidências que o liguem à depredação, destacando que apenas informou os manifestantes sobre uma votação.
  • A suspensão ainda precisa ser aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Plenário da Alep, com votação prevista para agosto.

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) decidiu suspender o deputado estadual Renato Freitas (PT) por um mês. A medida foi aprovada devido a acusações de que ele teria incitado a invasão e depredação da assembleia durante um protesto em 3 de junho de 2024. Freitas nega as acusações e afirma que está sendo alvo de censura.

O protesto, que visava contestar a privatização da educação no estado, resultou na entrada de manifestantes na Alep e na destruição de cadeiras nas galerias. A representação contra Freitas foi apresentada por dois deputados do PL. Apesar de um delegado ter afirmado que não havia evidências que ligassem o deputado à invasão, o conselho decidiu pela suspensão.

Durante sua defesa, Freitas destacou que o inquérito identificou os responsáveis pela depredação, e nenhum deles estava associado ao seu gabinete. Ele afirmou que apenas informou os manifestantes sobre a votação do projeto de terceirização das escolas, o que, segundo ele, não configura crime. O deputado expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que preferiria perder o mandato a comprometer seus princípios.

Freitas já enfrentou problemas legais anteriormente, incluindo a cassação de seu mandato como vereador, que foi revertida pelo STF. Agora, ele tem até a próxima semana para recorrer da decisão no Conselho de Ética. A suspensão ainda precisa ser aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Plenário da Alep, com votação prevista para agosto, após o recesso parlamentar.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais