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Vereador questiona segurança de Erika Hilton, mas Justiça mantém contrato ativo

Justiça Federal permite defesa de Erika Hilton e Amanda Paschoal após vereador alegar irregularidades em contratação de segurança.

Deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) (Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados)
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  • O vereador Guilherme Kilter (Novo) teve negado o pedido de liminar pela Justiça Federal contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) e a vereadora Amanda Paschoal (PSOL-SP).
  • Kilter alegava irregularidades na contratação da empresa de segurança MAPI Consultoria em Sistemas de Segurança e Proteção Comunitária LTDA, que prestaria serviços aos gabinetes das parlamentares.
  • A juíza Adverci Rates Mendes de Abreu afirmou que não havia provas suficientes para justificar a suspensão dos serviços e concedeu prazo de vinte dias para as parlamentares se defenderem.
  • Kilter argumentou que a MAPI não tinha autorização da Polícia Federal para operar, enquanto Erika Hilton e Amanda Paschoal defenderam a legalidade da contratação, considerando a ação infundada.
  • O valor total da contratação seria de aproximadamente R$ 192,6 mil.

O vereador Guilherme Kilter (Novo), de Curitiba, teve sua solicitação de liminar negada pela Justiça Federal em relação à deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) e à vereadora Amanda Paschoal (PSOL-SP). Kilter alegava irregularidades na contratação da empresa de segurança MAPI Consultoria em Sistemas de Segurança e Proteção Comunitária LTDA, que prestaria serviços aos gabinetes das parlamentares.

A juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, considerou que não havia provas suficientes para justificar a suspensão dos serviços, afirmando que “não identificou os requisitos autorizadores” para a concessão da liminar. O valor total das contratações, segundo Kilter, seria de aproximadamente R$ 192,6 mil. A magistrada concedeu um prazo de vinte dias para que Erika e Amanda apresentem suas defesas.

Kilter argumentou que a MAPI não possuía a autorização da Polícia Federal para operar no setor, o que, segundo ele, configuraria uma irregularidade conforme a Lei nº 14.967/2024. Em resposta, Erika Hilton classificou a ação como “completamente infundada” e baseada em “fake news”. A deputada destacou que a empresa contratada é uma consultoria em gestão de segurança e não uma prestadora de serviços de segurança armada.

Amanda Paschoal também defendeu a legalidade da contratação, afirmando que a ação carece de fundamentos concretos. Ela ressaltou a importância da segurança, mencionando que já foi ameaçada durante sua campanha e que Erika enfrenta ameaças desde seu tempo como vereadora. Kilter, por sua vez, questionou a falta de informações sobre a empresa, que, segundo ele, não possui site ou redes sociais e tem um endereço que coincide com a Escola do Ativismo.

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