- O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu às Forças Armadas que fortaleçam os sistemas de defesa aérea e drones durante as comemorações do Dia da Independência, em cinco de julho.
- Maduro destacou a importância de desenvolver tecnologia própria e de contar com a colaboração de aliados como Rússia, China, Turquia e Irã.
- Durante um desfile militar em Caracas, ele afirmou que é essencial reforçar os sistemas de defesa com tecnologia nacional.
- A líder da oposição, María Corina Machado, criticou a postura das Forças Armadas, pedindo que defendam a soberania popular.
- As Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) exibiram armamentos durante o desfile, reforçando a mensagem de poder militar do governo.
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu às Forças Armadas que intensifiquem o fortalecimento dos sistemas de defesa aérea e drones. A solicitação foi feita durante as comemorações do Dia da Independência, celebrado em 5 de julho. Maduro enfatizou a importância de desenvolver tecnologia própria e de contar com o apoio de aliados como Rússia, China, Turquia e Irã.
Durante um desfile militar em Caracas, Maduro afirmou que é essencial fortalecer os sistemas de defesa com tecnologia nacional e a colaboração de parceiros internacionais. “Devemos continuar fortalecendo os sistemas de drones e antidrones com nossa própria tecnologia”, declarou. As Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) são leais a Maduro e mantêm estreitas relações com a Rússia, que já forneceu aeronaves Sukhoi e armamentos.
Relação com a Oposição
A líder da oposição, María Corina Machado, criticou a postura das Forças Armadas, instando-as a defender a soberania popular. Em um vídeo, ela lembrou que a inação ou apoio ao regime pode levar a resultados incertos. A oposição denuncia a reeleição de Maduro em 2022, marcada por alegações de fraude.
O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS) reportou que, em 2020, as Forças Armadas da Venezuela contavam com 343 mil membros. Durante o desfile, a FANB exibiu tanques, fuzis e outras armas, reforçando a mensagem de poder militar do governo. Maduro, ao falar sobre a “revolução militar do século 21”, busca consolidar sua posição em um cenário de crise política e econômica.
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