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Brics gera polêmica com restrições a bicicletas e cadeiras de praia no domingo

Visitantes do Aterro do Flamengo enfrentam restrições rigorosas devido à Cúpula dos Brics, causando frustração e mudanças de planos.

Ciclista Adeleniel Jesus impedido de acessar o Aterro de bicicleta (Foto: Ana Branco/O Globo)
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  • Neste domingo, 15 de outubro, o Aterro do Flamengo enfrentou restrições severas devido à Cúpula dos Brics no Rio de Janeiro.
  • A entrada de bicicletas, cadeiras de praia e patinetes foi proibida, causando frustração entre os visitantes.
  • Guardas municipais controlaram os acessos, realizando revistas pessoais com detectores de metais e bloqueando passagens subterrâneas.
  • Exceções foram feitas apenas para carrinhos de bebê e cadeiras de rodas.
  • Frequentadores expressaram indignação com as restrições, que mudaram repentinamente em relação ao dia anterior.

Quem visitou o Aterro do Flamengo neste domingo, 15 de outubro, encontrou restrições severas devido à Cúpula dos Brics, que ocorre no Rio de Janeiro. As medidas de segurança incluíram a proibição de bicicletas, cadeiras de praia e patinetes, gerando frustração entre os frequentadores.

Os acessos ao parque foram controlados por guardas municipais, que realizavam revistas pessoais com detectores de metais. Passagens subterrâneas foram bloqueadas, e as entradas foram cercadas por grades, dificultando a entrada de visitantes. A proibição causou confusão, especialmente nas entradas da rua Tucuman e da rua Buarque de Macedo, onde muitos se viram obrigados a mudar seus planos.

Exceções foram feitas apenas para carrinhos de bebê e cadeiras de rodas. Fernanda Borges, que tentava entrar com uma bicicleta de aluguel, expressou sua indignação: “Não vejo sentido na proibição de bicicletas, ainda mais alugadas.” Outro ciclista, Adeleniel Jesus, teve que mudar sua rota para evitar o tráfego intenso de veículos, o que considerou perigoso.

As turismólogas Mirlene Gonçalves e Maria Gabriela também enfrentaram dificuldades. Elas precisaram deixar as cadeiras de praia para trás, optando por amarrá-las na bicicleta. Mirlene comentou sobre a frustração com as mudanças, já que no dia anterior tudo estava liberado. José Fonseca, patologista, ironizou a situação ao deixar a família na praia para guardar as cadeiras no carro, questionando se realmente seriam consideradas armas.

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