- Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, está nos Estados Unidos desde fevereiro para defender seu pai, Jair Bolsonaro, e buscar sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
- Donald Trump manifestou apoio a Jair Bolsonaro, indicando que novas ações de defesa estão por vir.
- Eduardo afirmou que as sanções contra Moraes podem ser impostas ainda esta semana, embora promessas anteriores não tenham se concretizado.
- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e outros aliados expressaram apoio ao ex-presidente, considerando as ações judiciais uma “perseguição”.
- O atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, rejeitou a interferência externa e afirmou que a democracia brasileira deve ser tratada pelos brasileiros.
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que o apoio de Donald Trump ao seu pai, Jair Bolsonaro, representa “a primeira de outras ações que virão” em defesa do ex-presidente. Eduardo, que reside nos Estados Unidos desde fevereiro, está mobilizando esforços para promover sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
A manifestação de Trump, publicada nesta segunda-feira, 7, gerou reações entre os aliados de Bolsonaro. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), expressou apoio ao ex-presidente, afirmando que ele deve ser julgado pelo povo brasileiro. Outros políticos, como o senador Rogério Marinho (PL-RN), também se mostraram indignados com o tratamento recebido por Bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro garantiu a aliados que as sanções contra Moraes podem ser impostas ainda nesta semana. Essa promessa, que vem sendo feita desde o fim de maio, ainda não resultou em ações concretas. O deputado destacou que muitos têm entrado em contato, mas não pode revelar detalhes sobre as próximas iniciativas.
Reações e Expectativas
A declaração de Trump, que descreveu as ações judiciais contra Jair Bolsonaro como uma “perseguição”, foi vista como um sinal positivo por aliados. O ex-deputado Deltan Dallagnol sugeriu que a mensagem de Trump é um recado sobre as forças que estão por trás da perseguição ao ex-presidente. Eduardo também confirmou sua participação em uma entrevista com Steve Bannon, ex-estrategista de Trump.
A pressão internacional, segundo aliados, pode ser crucial para ajudar Jair Bolsonaro, que enfrenta a inelegibilidade até 2030 e a possibilidade de condenação no STF. O atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, respondeu ao apoio de Trump, afirmando que a democracia brasileira deve ser tratada pelos brasileiros, rejeitando qualquer interferência externa.
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