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Tarcísio defende que julgamento de Bolsonaro deve ser feito pelo povo brasileiro

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defende que Jair Bolsonaro deve ser julgado nas eleições, apoiando declaração de Donald Trump.

Foto: Reprodução
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  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser julgado apenas pelo povo nas eleições.
  • Tarcísio compartilhou uma nota de apoio do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que mencionou “perseguição” a Bolsonaro.
  • O ex-presidente está inelegível até 2030 devido a condenações no Tribunal Superior Eleitoral.
  • Tarcísio foi testemunha em uma ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado e declarou que não houve conversas golpistas com Bolsonaro após as eleições de 2022.
  • Bolsonaro expressou satisfação com o apoio de Trump e o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro comentou que o tema da “perseguição” será abordado novamente pelo governo dos Estados Unidos.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, declarou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, deve ser julgado apenas pelo povo nas eleições. Em uma postagem em seu perfil no X, Tarcísio compartilhou uma nota de apoio do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que Bolsonaro enfrenta uma “perseguição” e uma “caça às bruxas”.

Tarcísio, que busca herdar o capital político de Bolsonaro para as eleições de 2026, escreveu: “Jair Bolsonaro deve ser julgado somente pelo povo brasileiro, durante as eleições. Força, presidente!” O ex-presidente está inelegível até 2030 devido a condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Depoimento e Contexto

O governador foi testemunha na ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado, sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Em um depoimento de menos de dez minutos, prestado em 30 de maio, Tarcísio afirmou que não houve conversas golpistas entre ele e Bolsonaro após o segundo turno das eleições de 2022.

Bolsonaro expressou satisfação ao receber a nota de Trump, ressaltando que o presidente americano também enfrenta perseguições políticas. O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, comentou que essa não será a última vez que o governo dos Estados Unidos abordará o tema da “perseguição” no Brasil.

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