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Deputada do PSOL pede investigação do TCE sobre patrimônio de Derrite de R$ 3 milhões

Deputada Mônica Seixas pede investigação sobre aumento patrimonial de Guilherme Derrite, que contrasta com sua renda declarada.

Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, durante evento de filiação ao PP (Foto: Reprodução)
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  • A deputada estadual Mônica Seixas (PSOL) protocolou uma representação no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) para investigar o aumento patrimonial do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP).
  • A denúncia se baseia na construção de uma casa avaliada em R$ 3 milhões, valor que contrasta com os R$ 812 mil em bens que ele declarou anteriormente.
  • Mônica Seixas argumenta que o patrimônio de Derrite é incompatível com sua renda, que inclui um salário mensal de aproximadamente R$ 53 mil e o salário da esposa, servidora da Polícia Militar, de cerca de R$ 21 mil.
  • A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo defendeu que as aquisições de Derrite são compatíveis com sua renda ao longo de 20 anos de trabalho.
  • A secretaria também esclareceu que o valor mencionado para a casa se refere a imóveis prontos no condomínio e não ao custo da obra em andamento.

A deputada estadual Mônica Seixas (PSOL) protocolou uma representação no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) solicitando a investigação do aumento patrimonial do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP). A denúncia surge após reportagens que indicam que Derrite, que assumiu a secretaria após ser eleito deputado federal em 2022, construiu uma casa avaliada em R$ 3 milhões, valor que contrasta com os R$ 812 mil em bens que ele declarou anteriormente.

A deputada argumenta que o patrimônio de Derrite é incompatível com sua renda, que inclui um salário mensal de aproximadamente R$ 53 mil. Mesmo com a remuneração da esposa, servidora da Polícia Militar, totalizando cerca de R$ 21 mil, a soma ainda é inferior ao custo da nova propriedade. A representação também levanta a possibilidade de uso de estruturas públicas para benefício privado e favorecimento a empresários próximos ao secretário.

Em resposta, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo defendeu que as aquisições de Derrite são compatíveis com sua renda ao longo de 20 anos de trabalho. A nota ressalta que o valor mencionado para a casa se refere a imóveis prontos no condomínio e não ao custo da obra em andamento. Além disso, a secretaria afirma que o local não é um condomínio de altíssimo padrão, como sugerido pela reportagem.

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