- Aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, acreditam que Eduardo Bolsonaro não irá concorrer ao Senado em 2026.
- O vice-prefeito da capital, coronel Ricardo Mello Araújo, é considerado um possível substituto.
- Mello nega ter sido sondado, mas afirma que a decisão final pertence ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Eduardo Bolsonaro, que se autoexilou nos Estados Unidos, declarou que não está preocupado com seu futuro político.
- A situação política em São Paulo continua a evoluir, com o prefeito Ricardo Nunes também se preparando para uma possível candidatura ao governo do estado.
Aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, estão avaliando que Eduardo Bolsonaro não deve concorrer ao Senado nas eleições de 2026. O vice-prefeito da capital, coronel Ricardo Mello Araújo, é cogitado como possível substituto. Mello, embora negue ter sido sondado, admite que a decisão final cabe ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
O plano inicial previa que Eduardo disputasse o Senado em uma chapa informal com Guilherme Derrite, atual secretário da Segurança Pública de São Paulo. Essa aliança visava unir os votos da centro-direita e evitar que candidatos da esquerda conquistassem assentos. No entanto, a situação política de Eduardo, que se autoexilou nos Estados Unidos, complicou essa articulação.
Recentemente, Eduardo declarou que não está preocupado com seu futuro político e que está disposto a permanecer no exílio para defender suas bandeiras. Ele também expressou gratidão a Donald Trump, que, segundo ele, está influenciando o cenário político. Enquanto isso, aliados como o governador do Rio, Cláudio Castro, buscam alternativas para manter Eduardo ativo na política, considerando nomeações para cargos que preservem seu mandato.
Possíveis Candidatos
Mello Araújo, conhecido por sua lealdade a Bolsonaro, é visto como um candidato forte, capaz de mobilizar o eleitorado bolsonarista, especialmente no interior do estado. Sua atuação como vice-prefeito, no entanto, tem gerado atritos na administração municipal, onde ele toma decisões sem consultar o prefeito Ricardo Nunes.
A situação política em São Paulo está em constante evolução, com Nunes também se preparando para uma possível candidatura ao governo do estado. Caso Mello e Nunes renunciem, a prefeitura poderá ser assumida pelo presidente da Câmara Municipal, Ricardo Teixeira, que é próximo de Milton Leite, ex-presidente do Legislativo municipal.
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