- A Polícia Federal (PF) prendeu, em 22 de outubro, o último integrante de uma quadrilha que trocava etiquetas de bagagens em aeroportos para enviar cocaína ao exterior.
- A ação faz parte da 4ª fase da Operação Colateral, que já resultou na prisão de dezessete pessoas.
- O grupo manipulava etiquetas de malas de passageiros, substituindo-as por bagagens com drogas.
- Em março de 2023, duas brasileiras foram detidas na Alemanha após suas malas serem confundidas com aquelas que continham 40 quilos de cocaína.
- As investigações revelaram que a quadrilha atuava desde 2019 e envolvia funcionários do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã de 22 de outubro, o último integrante de uma organização criminosa que trocava etiquetas de bagagens em aeroportos para enviar cocaína ao exterior. A ação faz parte da 4ª fase da Operação Colateral, que já resultou na prisão de 17 pessoas envolvidas no esquema.
O grupo manipulava etiquetas de malas de passageiros comuns, substituindo-as por bagagens carregadas com drogas. Em março de 2023, duas brasileiras, Kátyna Baía e Jeanne Paolini, foram detidas na Alemanha após suas malas serem confundidas com aquelas que continham 40 quilos de cocaína. Elas passaram 38 dias na prisão, até que a PF comprovou a troca de etiquetas, levando à sua libertação.
As investigações revelaram que a quadrilha operava desde 2019 e envolvia funcionários do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Durante a operação, a PF identificou um funcionário que alterava as etiquetas das bagagens, resultando em sua prisão. O último membro foragido, que atuava como líder do grupo, foi capturado após seis meses de buscas.
Além do caso das brasileiras, a PF descobriu outros episódios relacionados ao esquema, incluindo tentativas de envio de drogas para Portugal e França. As investigações continuam para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados, destacando a importância do trabalho das autoridades no combate ao tráfico de drogas.
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