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China protesta oficialmente contra sanções da União Europeia à Rússia

China critica sanções da UE a bancos chineses, alertando para danos nas relações comerciais antes de cúpula em Pequim.

Banco Popular da China (Foto: Bloomberg)
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  • O ministro do Comércio da China, Wang Wentao, protestou formalmente contra a inclusão de dois bancos chineses nas sanções da União Europeia (UE) à Rússia.
  • O protesto foi divulgado após conversas entre Wang e o chefe de comércio da UE, Maros Sefcovic.
  • A manifestação ocorre antes da visita dos líderes europeus, Ursula von der Leyen e Antonio Costa, a Pequim.
  • O Ministério do Comércio da China afirmou que as sanções prejudicam as relações econômicas e comerciais entre China e UE.
  • A situação levanta preocupações sobre o futuro das relações comerciais entre os dois blocos, especialmente em um momento em que buscam fortalecer laços econômicos.

O ministro do Comércio da China, Wang Wentao, apresentou um protesto formal à União Europeia (UE) pela inclusão de dois bancos chineses nas sanções impostas ao país russo devido à guerra na Ucrânia. O comunicado foi divulgado nesta quarta-feira, após conversas entre Wang e o chefe de comércio da UE, Maros Sefcovic, na terça-feira.

A manifestação ocorre em um momento crítico, já que os líderes europeus, Ursula von der Leyen e Antonio Costa, estão prestes a visitar Pequim para reuniões com autoridades chinesas. Essa cúpula será realizada menos de uma semana após a UE ter adotado um novo pacote de sanções contra a Rússia, que inclui a redução do teto de preço para as exportações de petróleo russo.

O Ministério do Comércio da China já havia expressado sua insatisfação com as sanções, afirmando que as ações da UE são contrárias ao consenso estabelecido entre os líderes da China e da UE. Segundo um porta-voz da pasta, essas medidas têm um impacto negativo significativo nas relações econômicas e comerciais entre os dois blocos, além de prejudicar a cooperação financeira.

A inclusão de instituições financeiras chinesas nas sanções levanta preocupações sobre o futuro das relações comerciais entre a China e a UE, especialmente em um contexto onde ambos os lados buscam fortalecer laços econômicos. A situação continua a evoluir, com a expectativa de que as discussões em Pequim abordem esses desafios e busquem soluções para mitigar os impactos das sanções.

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