- Chiquinho Brazão, ex-deputado cassado, permanece em prisão domiciliar desde abril, após quase um ano em penitenciária.
- Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco.
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, aceitou as justificativas de Brazão sobre falhas na tornozeleira eletrônica.
- Moraes havia solicitado explicações sobre três descumprimentos das regras da prisão domiciliar, que foram atribuídos a problemas no sinal de GPS e consultas médicas autorizadas.
- O ministro alertou que novos descumprimentos podem resultar em prisão preventiva.
O ex-deputado Chiquinho Brazão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, permanece em prisão domiciliar após o ministro do STF, Alexandre de Moraes, aceitar suas justificativas sobre falhas na tornozeleira eletrônica. Desde abril, Brazão cumpre a pena em casa, após quase um ano em penitenciária.
O ministro Moraes havia solicitado explicações sobre três descumprimentos das regras da prisão domiciliar. Os advogados de Brazão alegaram que um dos incidentes ocorreu devido a problemas no sinal de GPS da tornozeleira, enquanto nos outros dois, ele se ausentou para consultas médicas autorizadas pela Justiça. Após analisar os argumentos, Moraes decidiu manter a prisão domiciliar, mas alertou que novos descumprimentos podem resultar em prisão preventiva.
Chiquinho Brazão foi cassado pela Câmara dos Deputados por excesso de faltas e é réu no processo que investiga a morte de Marielle Franco, ocorrida em março de 2018. Junto com ele, seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, também enfrenta acusações e está preso em Porto Velho. O julgamento dos dois ainda não tem data marcada, e a definição sobre absolvição ou condenação será feita ao final do processo.
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