- Fãs brasileiras do BTS formaram o coletivo Army Help The Planet em 2019, em resposta às queimadas em São Paulo.
- O grupo se opõe ao PL da Devastação, que flexibiliza o licenciamento ambiental no Brasil, já aprovado pelo Congresso e aguardando a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- A advogada Mariana Faciroli, co-diretora do coletivo, critica a proposta por desmantelar ferramentas de proteção ambiental.
- O coletivo, com 28 voluntárias, tem mais de 95 mil seguidores no Twitter e 19 mil no Instagram, e já arrecadou R$ 60 mil para a compra de oxigênio durante a pandemia.
- Além da luta ambiental, o grupo promove campanhas para a inclusão de pessoas autistas, unindo causas sociais e ambientais.
A mobilização de fãs brasileiras do BTS, que começou em 2019 em resposta às queimadas em São Paulo, evoluiu para um coletivo ativo em causas socioambientais. A Army Help The Planet, formada por voluntárias conhecidas como armys, agora se opõe ao PL da Devastação, que busca flexibilizar o licenciamento ambiental no Brasil. O projeto de lei, já aprovado pelo Congresso, aguarda a decisão do presidente Lula, que pode sancionar ou vetar a proposta.
A advogada Mariana Faciroli, co-diretora do coletivo, critica a proposta, afirmando que ela desmantela ferramentas essenciais para a proteção ambiental. O PL facilita a liberação de empreendimentos com alto potencial de impacto, sem a necessidade de estudos técnicos. Mariana destaca que a mobilização é apartidária e visa promover a conscientização política, organizando campanhas e petições, como o abaixo-assinado do Greenpeace.
O coletivo, que conta com 28 voluntárias de diversas formações, tem se destacado nas redes sociais. Com mais de 95 mil seguidores no Twitter e 19 mil no Instagram, a Army Help The Planet utiliza sua influência para promover ações sociais. Entre suas iniciativas, arrecadou R$ 60 mil para a compra de oxigênio durante a pandemia e participou do Fórum Mundial da Paz na Coreia do Sul.
Compromisso Social
Além da luta contra o PL da Devastação, o grupo está desenvolvendo campanhas voltadas para a inclusão de pessoas autistas. Mariana enfatiza que a agenda ambiental e social deve caminhar juntas. As armys, inspiradas pelas ações humanitárias do BTS, acreditam que ser fã também implica em ser cidadã. A mobilização continua, com esperança no veto presidencial, mas preparadas para resistir se necessário.
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