- A Argentina está em negociações com os Estados Unidos desde abril para um acordo sobre tarifas, buscando uma redução significativa.
- O novo embaixador dos EUA, Peter Lamelas, ressaltou a importância de evitar parcerias com empresários chineses e de garantir justiça para Cristina Kirchner.
- As negociações já tiveram quatro rodadas, com expectativa de eliminar a tarifa de 10% sobre a maioria dos produtos argentinos, exceto alumínio e aço.
- Em 2022, as exportações argentinas para os EUA foram de aproximadamente US$ 6,4 bilhões, enquanto as importações totalizaram cerca de US$ 6,2 bilhões.
- A relação entre os EUA e a Argentina se destaca em comparação com o Brasil, onde as negociações comerciais estão paralisadas.
Desde abril, a Argentina está em negociações com os Estados Unidos para um acordo sobre tarifas, com o governo de Javier Milei buscando uma redução significativa. O novo embaixador americano, Peter Lamelas, destacou a importância de evitar parcerias com empresários chineses e de garantir justiça para Cristina Kirchner.
As conversas já resultaram em pelo menos quatro rodadas de negociações, com um cenário otimista para Milei, que se alinha ideologicamente a Donald Trump. Se concretizado, o acordo pode eliminar a tarifa de 10% sobre a maioria dos produtos argentinos, exceto alumínio e aço. Em 2022, as exportações argentinas para os EUA somaram cerca de US$ 6,4 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 6,2 bilhões.
Lamelas, em seu discurso na Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, enfatizou que suas prioridades incluem visitar todas as províncias argentinas e se aproximar dos governadores, não apenas de Milei. O embaixador também fez críticas ao envolvimento de empresários chineses, rotulando-os como corruptos. Seu discurso viralizou, gerando reações significativas na Argentina.
A relação entre os EUA e a Argentina se destaca em contraste com o Brasil, onde as negociações comerciais estão paralisadas. O governo brasileiro, sob Lula, expressou disposição para dialogar, mas enfrenta resistência americana, que ainda prioriza demandas políticas ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A situação atual revela um cenário onde a Argentina se posiciona como um parceiro mais receptivo às demandas de Washington.
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