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Líderes do Comando Vermelho, ‘Marreta’ e ‘Sam do Caicó’, são transferidos para presídio federal

Líderes do Comando Vermelho, Marreta e Sam do Caicó, são transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas sob forte segurança.

Apontados como líderes do Comando Vermelho, Marreta e Sam do Caicó são transferidos para presídio de segurança máxima federal em Catanduvas, no Paraná (Foto: Divulgação)
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  • Luiz Cláudio Machado, conhecido como Marreta, e Aleksandro Rocha da Silva, chamado de Sam do Caicó, foram transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná.
  • A transferência ocorreu na manhã de sábado, sob rigoroso esquema de segurança.
  • Os detentos foram embarcados no Aeroporto Santos Dumont e recebidos por equipes da Polícia Penal Federal.
  • Marreta cumpre pena de 133 anos e 4 meses por crimes como roubo agravado e sequestro. Sam do Caicó enfrenta condenação de 147 anos e 3 meses por homicídio qualificado e associação para o tráfico.
  • A Secretaria de Administração Penitenciária destacou que a transferência visa manter a ordem e combater organizações criminosas nas prisões.

Luiz Cláudio Machado, conhecido como Marreta, e Aleksandro Rocha da Silva, chamado de Sam do Caicó, foram transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, na manhã deste sábado. A mudança ocorreu sob um rigoroso esquema de segurança, após os dois líderes do Comando Vermelho serem custodiados em Bangu 1, um presídio de segurança máxima.

A transferência foi realizada às 6h15, com os detentos sendo embarcados no Aeroporto Santos Dumont. Ao chegarem a Catanduvas, foram recebidos por equipes da Polícia Penal Federal, que garantiram a segurança durante todo o trajeto. Marreta cumpre uma pena de 133 anos e 4 meses por crimes como roubo agravado e sequestro. Já Sam do Caicó enfrenta uma condenação de 147 anos e 3 meses por homicídio qualificado e associação para o tráfico.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) destacou que essa transferência reforça o compromisso do sistema prisional em manter a ordem e a segurança nas unidades, além de combater organizações criminosas. A movimentação de presos de alta periculosidade é parte de uma estratégia para evitar a influência de facções dentro das prisões.

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